— Você vai se desculpar? Ele questionou, servindo-se de um pouco de café. — Só quero deixar claro que queria esquecer o momento doloroso da noite passada. Eu estava nervosa. — Eu não quero que você faça isso. Para mim foi muito gratificante. — Você é sem vergonha. Ariana afirmou, olhando diretamente para ele. — Sem vergonha? Pensei que já estivéssemos conversando sem tanta formalidade. No entanto, eu não estava espiando atrás das roseiras. Ele pegou uma uva e colocou na boca sem tirar os olhos dela. Ariana corou ao lembrar disso, principalmente pela forma como os seus dedos levaram a fruta aos lábios. — Não estou com fome. Ela queria se levantar, mas a mão de Bastian no seu pulso a impediu abruptamente. — Aqui você não precisa tentar se convencer do que é bom e do que é ru*im. Ari, n

