Ariana virou-se no chão para olhar para o teto. Ela estava praticando até ficar exausta, mas sua energia e desejo não eram os mesmos. Parecia que todo esse tempo longe da rotina dificultava que ela se conectasse com os seus sentimentos. — Coelhinha, vamos praticar juntas. A voz de Inna era avassaladora naquele silêncio. A ruiva era uma mulher muito imponente e, embora não trocassem uma palavra desde o primeiro encontro, ela sempre estava perto dela. — Prefiro que me chame de Ariana. — Eu preferiria estar nas Bahamas, mas a vida não é justa. Estou ficando tão entediada que se não fizer algo eu vou atrofiar. Ela fez sinal para que ela se levantasse, Ariana hesitou quando ela estendeu a mão, mas aceitou. — O que vamos praticar? Assim que terminou de questionar, Inna realizou uma manobra q

