CAPÍTULO 24

1009 Words
Hannah Fico olhando sem acreditar. Penso um pouco: será que vale a pena tudo isso que estou fazendo? Três meses que estamos casados e praticamente nada mudou, a não ser a i********e, que aconteceu apenas mais três vezes. Mas muitas vezes ele simplesmente me ignora, como se eu não existisse aqui. Mas, pelo menos, eu vou ter ele me tocando, me desejando, mesmo que para ele não passe de uma atração momentânea para satisfazê-lo. E para mim, com o tempo, vou amá-lo ainda mais só pelo fato de ele me desejar, e aí criarei esperanças em vão. Erei sofrerá mais ainda. — Estou esperando sua resposta. Ele diz, me tirando dos meus pensamentos. — Serve. Digo, dando um longo suspiro. O que o amor não faz, às vezes até nos faz parecer bobas. Ele apenas me olha com uma sobrancelha arqueada e não diz nada, típico dele. Ele simplesmente sai do escritório, e eu continuo ali, pensando e pensando em tudo que está acontecendo. Já se passaram alguns dias desde a nossa conversa, há algum tempo para ser exata, e algumas coisas melhoraram. Matteo não chega tão tarde em casa mais, começou a tomar café da manhã em casa e também não passa mais a noite fora. Mas o resto continua igual. Ah, e hoje a Pâmela esteve aqui fazendo o maior escândalo, porque tem alguns dias que Matteo não vai lá e nem aceita que ela vá à empresa. Segundo ela, como eu sei, rsrs... Bom, eu escutei ela gritando pela sala de estar, cobrando explicações dele sobre essas coisas. E ele apenas mandou que eu fosse embora e disse que outro dia eles conversariam. Estou aqui na frente do espelho, terminando de me arrumar. Hoje vamos à casa dos pais de Matteo para ele assinar os papéis para se aposentar da empresa. E Matteo assina outros, para que, assim que a aposentadoria de seu Teodoro for aprovada, ele possa tomar conta total da parte da família dele na empresa. Hoje decidi optar por um vestido mais justo e mais curto, mas não depravado demais. Termino e vou para a sala esperar Matteo ficar pronto. Em menos de 10 minutos, ele chega à sala. E, em menos de 30 minutos, estamos na casa dos pais dele. Nos cumprimentamos, acho que somos os primeiros a chegar. Não demora muito e mamãe e papai chegam também. As pessoas começam a chegar quase todas na mesma hora. Cumprimento algumas junto a Matteo e me sento com mamãe e Dona Carla para conversarmos. — Como foi a viagem, mamãe? — Foi ótima, minha filha. Eu e seu pai estávamos precisando disso. — Fico feliz em saber, mamãe. — E você, mais o Matteo, como estão? Mamãe me pergunta, e Dona Carla me encara, esperando minha resposta. — Estamos quase do mesmo jeito, a diferença é que ele agora não dorme fora e não anda chegando muito tarde. — Ele está mudando, Hannah, e você não sabe como me deixa feliz em saber disso. — Fico feliz pela senhora, Dona Carla. — Mas e você, Hannah, como está no “quer tão” do casamento? Há olho sem entender o que querem dizer com isso. — Quero dizer, vocês já… humm… fizeram sexo? — Mamãe!!! Falo com vontade de sair correndo de lá, com vergonha por elas estarem falando sobre isso aqui. — O que, Hannah? É normal, vocês fazem essas coisas afinal, vocês são casados Não precisa responder, minha filha, pela sua vergonha. Eu sei que a resposta é sim. — A senhora me conhece muito bem mesmo. Digo, abraçando-a, e Dona Carla apenas nos observa. Matteo e seu Teodoro já assinaram os papéis. Fico observando Matteo de longe, ele é simplesmente perfeito, essa é a palavra que posso usar para descrevê-lo. Algumas imagens vêm à minha mente, ele somente de calça de moletom, alguns momentos de prazer entre a gente. Parece que o ambiente esquentou mais por aqui. Me levanto e vou ao banheiro. Dona Carla insistiu que eu fosse ao banheiro lá em cima, já que o de baixo estava ocupado. Subo as escadas e encontro a porta que ela me indicou. Entro e apoio minhas mãos sobre a pia, fechando os olhos por alguns instantes. Alguém bate na porta, tirando um pouco do meu sossego. — Só um minuto. Digo, abrindo a torneira da pia e molhando minhas mãos, que estão suadas. A porta se abre e Matteo adentra o banheiro, fechando a porta novamente. — Eu já estou de… Nem termino a frase e Matteo já me toma a boca com um beijo carregado de desejo. Ele me levanta e me coloca sentada na pia, encaixando-se entre minhas pernas. Ele levanta meu vestido e me senta novamente na pia. Meu corpo se arrepia todo quando encosto na pia, que está fria por sinal. Ele coloca a mão por dentro do meu vestido, retira meu seio para fora e o beija como se fosse devorar. Já estou pronta com isso tudo. Ele abre sua calça, expõe sua i********e e afasta minha calcinha para o lado. — Se você gemer, eu te castigo depois em casa. Ele se posiciona em mim sem aviso, e um gemido carregado de desejo escapa dos meus lábios na mesma hora. Ele então começa com movimentos rápidos, e eu não consigo acompanhá-lo. Não consigo me controlar e outro gemido escapa novamente. Ele cola seus lábios nos meus e aumenta seus movimentos, que são bastante rápidos. Ele separa nossos lábios para respirarmos melhor, já que estamos bastante ofegantes. Tento não gemer, mas é quase impossível. Mordo os lábios e coloco minha boca em seu ombro para abafar meus gemidos, já que estou perto de chegar lá. Matteo coloca um dos meus s***s na boca, e sinto os músculos do seu corpo se contraindo, chegamos lá juntos. Ele retira seu pênis de dentro de mim, se limpa e se recompõe. — Não demora, vão sentir sua falta lá embaixo. Me limpo e me recomponho, o que é meio difícil com toda essa loucura que acabou de acontecer.
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