O portão se abriu sem fazer barulho. Dominic nem esperou abrir por completo. Já saiu. O carro arrancou na mesma hora, cortando a noite com velocidade controlada, mas firme. Nada nele era apressado sem motivo. Cada movimento era pensado. Calculado. Mas por dentro… não estava tão silencioso quanto parecia. Viktor. Petrovk. E o fato de terem chegado até a mansão. Aquilo não era erro. Era provocação. Dominic apoiou o braço na porta, o olhar fixo na estrada escura. — Localização? — perguntou. No banco da frente, Matteo respondeu sem hesitar: — Último sinal foi num galpão a uns vinte minutos daqui. Área industrial, praticamente abandonada. Dominic assentiu. — Ele não ficaria lá. — Não — Matteo concordou. — Mas alguém quer que a gente pense isso. Um jogo. Claro que era. Domini

