27°Capítulo MAXIMILIANO Ao sair do carro, caía uma tempestade regada de muitos trovões e aguaceiro, mas eu parecia não se importar muito, aliás nenhum pouco, sequer olho ao redor da fazenda para apreciar a linda e vasta vista, só corro para os fundo em meio a toda aquela chuva, só corro para ela, para a Siena. Está escuro não ne*go, mas eu consigo enxergar o caminho perfeitamente, o meu coração dispara no peito e a respiração está ofegante por minhas passadas tão largas. Pela primeira vez na vida sinto o temor ao aproximar-me da casa. Estou com medo da sua reação, mas ela precisa ouvir-me, estou ansioso e sei que corro um sério risco de ter a porta batendo no meu rosto. Mas persisto, tenho que me redimir, arriscar. Não posso ser tão covarde com alguém que não merece, que sequer fez algo

