Capítulo cinco - Alice
O que deu em Lorenzzo pra ele fazer aquilo? Se eu gostei? Ah, é claro que gostei, eu amei, gamei, enlouqueci só com aquilo. A boca macia dele chupando o meu dedo. Mas, logo ele que é todo durão, preservado...
— Eu não acredito que ele fez isso — Madson me olhava sem acreditar. Ela estava me levando de volta para casa.
— Sim, ele fez e eu estou pronta para a segunda etapa.
—Segunda etapa?! — ela afirma e ao mesmo tempo faz uma pergunta.
— Sim bebê, segunda etapa. Vou avançar para o beijo — digo.
— Não acredito que você será tão cara de p*u assim — Madson ri de mim. — Espero que consiga.
— Eu irei amiga!
Ela para o carro na frente do apartamento.
— Alice, lembrando que terá uma festa lá em casa domingo. Despedida do nosso ensino médio, e eu não aceito um não como resposta e dê seu jeito de fugir e ir para a festa, ou eu terei que vir aqui te raptar — diz em um tom ameaçador.
—Tá, eu farei de tudo. Vou mimar muito Lorenzzo para que ele deixe.
— Deixa ele doidinho, aí ele vai deixar — ela diz e nós rimos.
— Vamos ver — desço do carro e dou um tchau pra ela. — Boa tarde — digo ao porteiro.
— Boa tarde Srat.
Chegando a porta, vejo Lorenzzo na bancada almoçando. Que milagre ele está em casa, e eu sorrio, claro.
— Oi, Lorenzzo — digo colocando a bolsa no sofá e me sentando a sua frente.
— Alice — ele me solda normalmente. Pera aí? Cadê a safadeza de ontem? Pra onde ela foi?
Coloco a comida em meu prato, e me sento novamente. — Nossa, Dora sabe fazer uma comida delícia. Como eu queria aprender a cozinhar desse jeito — puxo assunto.
— Sim, a comida dela é deliciosa — ele diz.
Meu celular começa a tocar e vejo que é Rodolfo.
Ligação Rodolfo.
— Irmão!! — digo empolgada.
—Oi Ali, como você tá? — pergunta.
— Bem e você ? — pergunto.
—Com saudades de você — diz e eu sorrio boba.
— Também, mano — bebo suco e ligo o telefone no viva voz, o colocando na bancada.
— E Lorenzzo? Tá se dando bem com ele? — olho para Lorenzzo.
— Sim, ele me trata muito bem, sabia? E ontem ele me ensinou a fazer brigadeiro, ele até prov... — sinto as mãos de Lorenzzo em minha boca, e eu deixo uma mordida de leve em sua mão.
— Não fale nada — Lorenzzo surrarra.
—Eu não ia falar — digo
— Alice? — Escuto a voz do mano e minha atenção volta para o telefone.
— Pois é Rodolfo, ele me ensinou a fazer brigadeiro. Ele tá aqui almoçando comigo — digo — Esta no viva voz.
— Iai, cara? — Lorenzzo diz me fuzilando com o olhar.
— Enzo, como vai? — Rodolfo pergunta.
— Tudo sob controle. — Enzo diz.
—Já sabe né? Se a Alice desobedecer...
—Dou umas palmadas e a ponho de castigo — ele diz me olhando no fundo dos olhos.
Me inclino sobre o balcão e fico bem perto do seu ouvido.
— Irei adorar que me dê umas palmadas, e irei amar um castigo, mas tem que ter você no meio. — sussurro encostando meus lábios e ele suspira. Sinto suas mãos agarrarem forte meus braços, e me segurando.
—Rodolfo, eu tenho que voltar pra empresa agora, e Alice sumiu para o quarto, então eu vou desligar. Nos falamos depois? Me ligue ok?
—Ta ok! Manda um beijo para Alice — diz.
—Vou mandar sim, até.
ligação encerrada.
—Você pediu — ele diz me puxando para o andar de cima, e entrando em um quarto qualquer que havia ali no meio de outros e me joga na cama, puxando forte minha calça e me colocando em seu colo, com minha b***a empinando em sua cara. — Se prepara — diz e sinto sua mão forte passando por minha b***a, dando uma palmada forte, e eu mordo os lábios. Mais três lapadas, e posso sentir minha b***a ardendo, mas, eu estou amando. Sua mão aperta minha b***a, e sinto quando seu dedo indicador pressiona minha amiguinha, e sai um gemido da minha boca. Aperto minhas mãos em sua calça, e sinto quando ele me tira de seu colo e eu fico sentada na cama, com as bochechas coradas, posso sentir. — Gostou? — ele pergunta se levantando e passando as mãos no cabelo, os arrumando. Posso ver o quanto ele está ofegando, e ele só me deu umas palmadas.
— Se eu gostei? — pergunto, colocando meu dedo no cox de minha calcinha de renda preta, e puxando um pouco. Os olhos de Lorenzzo descem e fixam na minha calcinha — Não muito — minto e fico bem perto dele. — Pensei que batesse melhor — digo.
—Eu não irei entrar no seu joguinho. — ele sorri vitoriosa — As palmadas já foi, só falta o castigo. Se você se comportar, não serei tão bruto.
— Eu adoro com brutalidade, lembre-se disso quando for dar meu castigo.
Agora ele suspira e vejo que está inquieto. Ponto para mim!
— Claro — ele diz saindo do quarto e me deixando insaciável. Vou para o meu quarto, onde tome um banho e coloco uma roupinha básica para ficar em casa mesmo. Lorenzzo já não estava mais, pego meu celular que ficou na bancada e coloco no bolso, vou para a sala e ligo a TV.
Sorrio ao lembrar das palmadas de Lorenzzo. Ele ainda está se segurando, mas não a muito tempo. Enzo já está ficando mais fácil de domar.
—Menina, eu estou indo já — Dora avisa.
— Tudo bem Dorinha, até amanhã — digo e ela se vai.
Mais tarde, escuto a porta abrindo, e penso em Enzo, porém é Geronzo. Sorrio ao vê-lo.
— Geronzzo! — o saldo. Ele vem e se senta ao meu lado.
—Como vai Alice. Enzo está?
—Você sabe que não, ele trabalha de manhã e de tarde — digo com cara de tédio — E você? Já saiu do hospital?
— Já sim, acabou por hoje. — sorri — Vim só aqui, pra te chamar pra tomar um sorvete que tal... O que acha? Esta tão quente.
— De fato está mesmo — digo — Não sei se é uma boa ideia, eu nem pedi pra Lorenzzo, não que eu tenha que pedir permissão, mas eu precisava pelo menos avisa-lo, pra ele não ficar preocupado.
— Vai ser bem rápido — Geronzo diz.
—Hm — penso. — Ta, deixe-me só trocar de roupa — Digo subindo e colocando uma camiseta jeans de botons, e um shortinho curto, usei uma sapatilha e pronto. — Vamos? — pergunto.
—Na hora — diz e seguindo para o carro de Geronzo, que era lindo , como o de Enzo. — Vou te levar no beijo frio, uma sorveteria bem perto daqui.
Eu morava em uma casa de frente a praia, e Lorenzzo também, só que a dele ficava bem longe da minha, infelizmente.
Ficando a tarde toda comendo, conversando e eu gostei da companhia de Genronzo, com ele tudo é mais simples. Lorenzzo deveria ser assim também.
— Foi legal — digo ainda dentro do carro.
— Poderíamos sair mais vezes, o que acha ? — pergunta.
— Rum, Talvez — digo e ele solta uma risada. Pego minha bolsa e sigo para dentro do apartamento. Na porta, pego uma chave que consegui com Dora. Quando abri a porta, vejo Lorenzzo apoiado no balcão, mexendo em algo no seu celular e parecia preocupado.
—Onde diabos você se meteu, garota!!! — vem gritando pra cima de mim. — Onde você tá com a cabeça de sair e não me avisar? Você tá louca? Eu tô preocupado aqui, se algo tivesse acontecido, seu irmão me mata!
— CALMA! — grito — eu sai com seu irmão, a gente foi tomar sorvete e eu não tinha seu número pra avisar.
— Tinha que ter dedo de Geronazo — ele diz raivoso — Você precisa pedir permissão pra mim, por quê eu estou tomando conta de você. Esta vendo meu estado? Eu estou preocupada, caramba!
— Tá, tá, desculpa , eu sei que eu deveria ter te avisado, mas eu não tinha seu número, e Geronzo disse que ficaria tudo bem então eu aceitei... Foi só um sorvete Enzo, relaxa, vai — digo já ficando com raiva, mas adorando ver aquela cara seria dele. Quando eu ia dar um passo para a escada, as luzes apagam, e o desespero me vem na mesma hora.
Eu morria de medo do escuro, infelizmente.
— Lorenzzo — grito desesperada. — Lorenzzo!!!
— Não grita, Alice! — ele diz
— Espera aí, vou preocupar a lanterna.
—Não, não me deixa aqui — peço e ando pela casa escura procurando ele.
— Foi só uma queda de energia, isso acontece de vez em quando aqui no prédio.
— Eu tenho medo de escuro! — grito já com lágrimas e logo sinto duas braços chegando perto de mim, e me tocando na cintura.
— Não acredito, nisso — diz com deboche.
— Sim, eu tenho, seu bobo — digo dando um tapa em seu ombro. Sinto a risada de Enzo. Ele entrelaça seus dedos no meu.
—Vem, vamos precisar da lanterna — diz ligando seu celular para clarear um pouco. Ele mira a luz na minha cara, e eu dou pitoco pra ele.
— Não me estressa garota — diz apertando minha mão. Logo ele acha a lanterna e desliga seu celular. — Vem, vamos para a sala.
Me sento no outro sofá, e fico com bico, pois eu estava com raiva dele ter rido de mim.
— Não adianta ficar com raiva, tá? Quem deve ficar com raiva aqui sou eu! Por ter saído sem avisar, ou pedir.
— Ah, não fala comigo não tá? — peço com raiva. — E eu não aguento mais esse calor — digo desabotoando minha blusa.
— O que você pensa que esta fazendo? — ele pergunta.
—Tirando a blusa, pois está calor — falo o óbvio.
—Eu to aqui, não esta me vendo? — ele pergunta.
— E só não olhar — digo puxando a blusa e ficando apenas com meu sutiã rendado. Tá, eu confesso que foi pra provocar também, e deu certo, pois os olhos dele estavam bem nos meus s***s.
— Gosta do que vê? — pergunto e ele me encara.
—Estarei mentindo se eu disser que não. — ele diz ainda sério.
— Estou pegando fogo — digo desabotoando meu short, e o deixando cair, ficando ali na sala apenas de calcinha e sutiã. Os olhos deles saltam, porém ele continua sentado, normalmente. — Se incomoda? — pergunto.
— Nenhum pouco — ele diz e eu ando pra lá e pra cá, abanando meu corpo com uma revista.
Vejo quando ele começa a tirar sua roupa também, e fica apenas de cueca na sala, ah, ele também quer provocar, e ele está conseguido. Que corpo, que corpo, que corpo!!!!
—Já te falaram que seu corpo é gostoso, que você é gostoso? — pergunto me aproximando dele.
—Muitas já falaram — ele diz naturalmente calmo.
—E que você é bem dotado? — pergunto ainda mais perto, e olhando para o volume do seu p*u em sua cueca.
—E já te falaram que você é desbocada?
—Ah, sim, todos os dias Rodolfo me fala isso — digo, tomando coragem e sentando em se colo, deixando cada perna de um lado da sua cintura. Sinto seu p*u rígido, cavando minha calcinha. Ele pulsava, ele fazia algo como penetração. Dou uma rebolada, e colocar minhas mãos em seu ombro forte
— Também já te falaram que você é uma safada? — pergunta semiserrando os olhos, agarrando meus cabelos, e chupando meu pescoço.
— Isso não! — sussurro e ele ataca minha boca.
Ponto pra mim.
Continuaaaaaa!!!!!
Mais um capítulo amores. Não esqueçam de comentar ok?
Ah, só um PEDIDO! divulguem a história para amigas de vocês! Beijos amoras.