Mauricio Essa mulher já tinha perdido completamente a razão. — Nunca! — ela grita, ensandecida. — Senhora, abaixa a arma, por favor! — Diogo pede e faz um sinal com a mão. — Não vou abaixar! — ela grita novamente. — Se acalma, mamãe! — Me acalmar? Mas eu estou calma! Se alguém dissesse da cena que aconteceria em seguida, eu daria risada. Enquanto a doida estava falando coisas, um policial veio por trás dela e conseguiu agarrá-la. Mas, infelizmente, não conseguiu evitar que ela atirasse. Ela foi algemada e colocada dentro da viatura, e prestando atenção na cena, de repente ouço um sussurro. — Quarentão... — meu sol me chama e ao virar para ela, entro em choque. Ela estava ferida. Começo a analisá-la e encontro onde a bala a atingiu, bem no

