— João! — Gritei em desespero. Levantei e me aproximei dele, ele retirou a mão do peito e não havia sido ali que a bala havia atingido, não havia nada naquela região, o sangue vinha de seu braço. ele sorriu para mim alegre, segurando o braço e me disse. — Foi de raspão Juliana, foi de raspão. Senti uma grande onda de alivio percorrer meu corpo, dei um longo suspiro e o abracei. eu não conseguia acreditar, por um instante achei que tinha o perdido, que havia perdido o meu amor, agora que finalmente nos encontramos. Ele fingiu ser no peito para ver a reação de Joaquim, como estava sem balas estava sem como revidar. Eliseu se ergueu e disse que João precisava ir ao hospital, João teimou e mandou que eu fosse para casa com Eliseu, ele disse que precisava ir na delegacia, pois o novo de

