Clara Eu não conseguia entender a razão de Juliana ter sido presa. Uma jovem tão prendada, carinhosa e gentil jamais teria sido capaz de roubar algo. Após a visita de seus conhecidos, cheguei a pensar se eram parentes, mas o único que era o rapaz Bento não havia aparecido. Já havia me arrumado para dormir, usando uma camisola branca simples para dormir, penteando meus cabelos, me perguntava porque Joaquim tinha tanto ódio por João, aquilo tinha que ter uma razão, pois tudo na vida tem. Como alguém que era tão gentil comigo podia ser um crápula? Ainda não me perdoava pela escolha r**m que fiz, como pude ser tão tola em ter me apaixonado por aqueles belos olhos azuis. — Clara? — Soava uma voz suave por trás da porta. — É Doralice. — Pode entrar. —Falei gentilmente. Ela entrava, estava

