Eu ainda não compreendia sobre os desejos dos homens. Não compreendia o desejo de luxúria do meu marido. Falar que nosso momento de prazer havia sido r**m seria uma terrível mentira. Contra mim e contra ele, pois nunca me foi dado tamanho relaxamento, nem mesmo suas massagens em meus pés poderiam me proporcionar isso. Havia provado da luxúria, e confesso ter gostado. Claro que, agora casada e confiando nele, eu podia me expor mais, sem medo de seu abandono, de seu julgamento, me sentia mais livre para permitir alguns de seus comportamentos libertinos. Despertava ouvindo estalos, que se espalhavam pelos meu corpo. Quando me virei apenas vi João usando calças e beijando meus ombros. — João... — murmurei sonolenta. — Meu denguinho, está se sentindo bem? — Muito. — Digo cobrindo o corpo c

