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3284 Words
Este quarto aqui está queimando, tem fumaça no ar. E você tinha muita coisa em mente agora. Sua mente, é verdadeira. Então me diga a verdade, fui eu quem precisou de você? You | Two Feet — Eu queria ter ficado mais na festa! — Samantha berrou sentada no sofá da sala, fazendo birra, agindo como uma criança mimada, que de criança não tinha nada. Revirei os olhos. Tinha bebido todas e como previ me deu o maior trabalho, tive que trazer ela a força pra casa antes que a "lista de vergonhas" dela duplicasse de tamanho. O cheiro do macarrão instantâneo invadiu o ambiente pequeno da cozinha e eu tive que concordar comigo mesmo que eu era um trouxa. Depois dela ter ficado com Alex, dele ter tentando se aproveitar do estado dela, depois me obrigando a se meter no meio deles, depois ter dado um perdido e do nada ter aparecido com a Lise bem na minha frente enquanto estava ficando com outra garota, e ter arruinado a minha noite, aqui estou eu, cozinhando pra ela. Tudo pra ela se sentir melhor. Confesso que esse "esforço" todo é a culpa me consumindo por ter ficado tão chapado quanto ela e não ter cuidado da minha amiga como deveria. Samantha ainda não aprendeu a beber. Suspirei derramando a gororoba no seu prato. — Obrigada. — a palavra saiu de dentro da sua boca cheia e seus olhos tinham gratidão. Tentei esconder um sorriso. Abby tinha ido dormir na casa do Danver, fazendo com que eu e Samantha voltássemos sozinhos no carro. O pior não era nem isso, era saber que estávamos sozinhos em no apartamento também. Pura amizade. Balancei a cabeça pensativo. Pura ilusão. Quem eu quero enganar? — Vai dormir na sala? — Ela perguntou colocando o prato vazio na pia, engoliu tudo em menos de um minuto. — Tenho outra opção? — Dei de ombros. — Ai ai Will... Foi o que ela disse com a sombra de um sorrisinho perverso nos lábios saindo da cozinha em direção ao quarto. Sua fala me deixou um tanto quanto intrigado e quando menos pensei em evitar, meus pés já estavam indo na direção de lá também. — Vou tomar banho, posso? — Perguntei, desconfiado, vendo ela tirar os saltos, o brinco e parar a mão no zíper do vestido. — Está me perguntando se pode usar seu quarto? — Ela curvou os lábios e então desceu de vez o vestido pelo corpo, não se acanhando com o meu olhar pegando fogo contra sua pele queimada de sol. Estranhei sua generosidade, mas também não recuei. Fui em direção ao banheiro. Sem mulheres, quase sóbrio e estressado com a vida. Minha noite não tinha sido uma das melhores, isso por que simplesmente ainda não tinha acabado. — Will? — Sam me chamou escorada no batente da porta, me fitando por trás. Meus olhos encontraram com os dela através do reflexo do espelho. Eu estava colocando pasta de dentes na escova, mas ai desisti, quando me senti atraído pelo seu veneno. — Hm? — Arqueei a sobrancelha lutando com os meus próprios olhos que teimavam em escorregar até seus s***s. — Se incomoda? — Perguntou disputando um espaço na pia comigo. A observei de lado e depois voltei a encara-la pelo espelho. Não disse nenhuma palavra, apenas apreciei sua companhia. Eu era bom em ler pessoas, em ler mentes e decifrar códigos. Talvez reflexo da tecnologia da informática, que é minha aspiração e me fizera ser o invasor pirata de sistemas, mais conhecido como Hacker, o que não era uma coisa muito fácil. Mas ler a Samantha... Ia além de difícil, era algo impossível. Suas orbes grandes castanho mel, desciam pelo meu corpo, prestando atenção em cada detalhe das tatuagens. O calor subiu no ambiente e não era por que a temperatura lá fora estava 30 graus. Ela não se importou e pegou sua escova de dentes também, fazendo com que eu continuasse o que estava fazendo ali. — Se sente melhor? — Perguntei com a espuma na boca. Ela cuspiu e estreitou os cílios pra mim, com um sorriso malicioso demais entre os dentes. Senti uma fisgada e não foi no coração. — Eu não estava bêbada Carter, digamos que apenas feliz. — Sorriu encostando os quadris na pia e se virando de frente pra mim. Engoli a seco, sentindo proximidade demais entre a gente. Pigarreei e tentei sustentar o olhar, mas não consegui e então ela continuou. — Lise parece ser uma pessoa legal, ela me ajudou quando fui no banheiro. — Cruzou os braços e pendeu a cabeça pro outro lado, para analisar minha expressão de confuso melhor. — Eh... É sim, ela é ótima. — Dei de ombros. — Só não precisava aparecer com ela quando eu estava beijando outra garota! — Ai Willian, você continua o mulherengo de sempre. — sua fala saiu hostil. — Por que não a pede em namoro? Quase engasguei com a minha saliva. — Oi? — Ela é legal Will e te conhecendo, sei que está apenas enrolando a garota. — Suspirei pesado. Samantha só pode ter ficado doida e não vou mentir que ela me encorajar a namorar com outra pessoa me deixa estranhamente desanimado. — Não procuro relacionamentos Becker, não tenho boas experiências com isso. — Ironizei o tempo que eu era um louco apaixonado por ela e estou com medo de apertar algum botão e voltar pra esse estado emocional. Sam sorriu, como se dissesse "eu sei bem disso". — Qual foi a última vez que transou? — Perguntou com o queixo erguido, ainda de braços cruzados, mordiscando um lado dos seus lábios. Aquilo foi como um gatilho pra mim. — Me diga você, afinal, você presenciou de perto quando aconteceu comigo a última vez nessa semana, lá na sala. Até queria estar no lugar da Sara. — Sorri perverso e ela se contorceu incomodada. — Bem... — Começou limpando a garganta. — Desde de que cheguei aqui já te vi com várias garotas diferentes: — ela levantou três dedos na altura do rosto que era puro desdém — garota do sofá, Lise e garota da boate. Além do mais eu perguntei primeiro! — Fugiu de assunto, como eu previa. — Aham, e eu já respondi. — Dei de ombros mais uma vez. — Agora é sua vez. — Um... — Ela deixou a frase solta no ar. — Um? — Perguntei e me flagrei torcendo para que não fosse um dia e uma semana era aceitável pra mim, já que tinha terminado seu namoro há poucos dias. — É, um mês. — Suspirou pesado. — p***a! — Sufoquei uma risada. — É inacreditável! Um mês? — Não consegui mais segurar e a risada saiu. — Prefiro ser o solteiro que sou e trepar todo dia, do que estar preso num relacionamento fracassado desses. Não esperava por isso. Saber que o namoro dos sonhos não passava de um belo fracasso. Se eu fosse o namorado dela, sem sobra de dúvidas não a deixaria passar vontade. — Vai á merda, Carter! — Mandou com um dedo do meio enfiado na minha cara. — Acontece. — Tentei reconforta-la, ganhando uma careta dela e ai sim cai na gargalhada. — Desculpa. — Falei entre os risos. Seu olhar permaneceu sério e quando percebi a intensidade do calor exalavam o castanho deles, não consegui desviar. Nossa conexão era forte demais. Estava hipnotizado pela sua sedução. E não iria me permitir ser apenas um brinquedo de consolo pra ela em um momento como esse. Entendi o que ela queria e não ia rolar. — É melhor não. — Prendi a respiração, finalmente me desvinculando do seu feitiço. — É... Melhor não. — Concordou se desencostando da bancada e então saiu do banheiro. Parecia até estar com... Raiva? Estou confuso. Atrás dos seus passos eu sai também, deixando-a sozinha no quarto. Fui para varanda, inquieto pra c*****o. Fumei não so um, mas dois cigarros. Três talvez. Minha perna se balançava freneticamente, e eu roí todas as unhas, desejando que qualquer pensamento que fosse relacionado a Samantha saísse da minha cabeça. Não saiu. Podia passar horas, dias, meses e anos. Ela continuava ali, mais forte que nunca. Então não me segurando, voltei no quarto, pra me certificar que ela estava dormindo e não ligando pro ex. O álcool te prega peças, te faz de i****a, aflora teus instintos mais ocultos e te sabota. Te faz agir como um i****a, assim como eu estou agindo agora. Indo atrás da garota que me deu um pé na b***a aos 15 anos. Bati na porta. Nada. Bati de novo. Nada, mais uma vez. p***a! Não bati a terceira vez, apenas abri sorrateiramente e meu coração quase parou com a surpresa. Ela estava me esperando do outro lado, antes que eu conseguisse assimilar se tinha sido eu ou ela a tomar iniciativa, nossas bocas se uniram necessitadas, como se esperasse aquilo por anos. Sam prendeu as duas pernas ao redor do meu quadril, a sustentei no colo, enquanto suas unhas cravaram nas minhas costas, assim como minhas mãos na sua b***a. — Tem certeza? — Perguntou dentro do beijo. — Eu que deveria te perguntar, não? — Questionei ofegante. Deitei ela na cama e a fitei de frente. Ela abriu a boca na tentativa de falar e então incrivelmente falamos ao mesmo tempo. — Só sexo! Isso. Concordei. Animado. Seria só sexo. — Amanhã volta tudo ao normal? — Ela questionou preocupada. Balancei a cabeça que sim. Pra mim era até um alivio, não queria ter uma ligação amorosa com a assombração que me aterrorizou por tantos anos. Assombração essa que era linda pra c****e e me deixava e******o só de me olhar. Voltei a beija-la, quando sentou no meu colo, indo pra frente e pra trás. A única coisa que nos separava era o tecido da minha bermuda fina e sua calcinha minúscula. Abafei um gemido, agarrando pelas ancas do seu quadril, ajudando no movimento da fricção. Estava louco com ela naquela posição, comandando tudo. — Sabe Will? — Ela começou a falar, enquanto retirava a calcinha, depois passando a mão pelos próprios s***s, fodidamente sexy. — Eu passei todos esses anos, me perguntando como teria sido... — Disse espalmando meu peito para deitar na cama de frente pra ela. Falar de passado, já me deixa mexido. p***a! — Como teria sido se eu tivesse te escolhido? — Perguntou subindo em cima de mim, jogando o cabelo de lado e me olhando melhor. Meu coração errou uma batida dentro do peito, desmoronando minha pose de durão. Apenas por dentro, por fora continuo firme, nenhuma palavra conseguiu sair da minha boca. — Você vai rir de mim... — Continuou a falar depois de alguns segundos de silêncio, sorrindo próximo da minha boca — Mas eu conto nos dedos as vezes que eu fiquei satisfeita, você sabe... Na cama com o Luca. Me contorci inquieto, desviei a visão quase broxando. Puta que pariu. — Mas sabe de uma coisa? — Seu dedo segurou meu queixo, levantando a meus olhos para encara-la dentro das suas pupilas dilatadas, me fazendo engolir a seco na expectativa do que eu ia escutar — Não teve uma só vez... — Pausou soltando seu hálito quente na minha boca, quase me beijando — Uma vez sequer Will... Que eu transei com ele sem pensar que era você. Você tem ideia disso? Abri os lábios na tentativa de formular uma frase, meus olhos piscaram uma par de vezes, ao mesmo tempo que meu estômago gelou completamente. Ouvir Will da boca dela já era chocante, porém ouvir que ela transava com o Luca pensando em mim era demais. Só posso estar em um sonho... Ou pesadelo. — Todas as vezes que eu cheguei no ápice do prazer, foi por que eu te imaginei no lugar dele — Estreitou os olhos e continuou com o movimentos de vai e vem, roçando sua b****a molhada em cima da pele da minha coxa, lentamente chegando até meu p*u dentro da cueca. — Te imaginei transando comigo. — Sorriu saliente, fechando os olhos, como se viajasse na sua mente suja — E acredite, foi uma das melhores cenas que eu poderia imaginar. Caralho. Me sinto totalmente vulnerável e rendido novamente dentro di seu feitiço maldito. Minha respiração descompassada entrega o quanto estou fora de sí, tão nervoso que se eu continuar vou gozar em três segundos. — Agora Will... — Ela abriu as suas orbes castanhas, me queimando vivo, pairando os lábios sob os meus. — Eu quero fazer e não imaginar mais. Me diga, eu quero ouvir da sua boca que eu fiz a pior escolha da minha vida. Me mostre que eu estive errada esse tempo todo, me martirize. Por que eu quero sofrer, mas quero sofrer enquanto g**o chamando pelo seu nome. Porra. Samantha Becker é a garota mais louca, mais pervertida e mais delirante que um dia tive o privilégio de conhecer na vida. A melhor de todas e é por que nem transamos ainda. A beijei. A beijei como nunca tinha beijado antes, vocifero, e******o, alucinado pela sua luxúria. Era a nossa primeira vez e eu queria fazer direito, algo que esperei por tanto tempo, assim com ela também. Quero leva-la à loucura e assegurar que essa noite ficasse marcada pra sempre em sua memória, assim como ela ficou na minha. Com toda a certeza os vizinhos vão reclamar, por que ela vai gemer e vai gemer muito alto. Vou garantir que isso aconteça. Virei ela de frente pra mim e abri suas pernas, a visão era perfeita. Sua b****a rosada brilhava de excitação. Me posicionei no meio dela e não tirei os olhos dos seus um só minuto. Assoprei com a respiração perto, mas não a toquei, apenas apreciei algo que eu tinha desejado tanto. — Will.. — Ela se contorceu, ansiosa. — Vai ficar só olhando mesmo? — Shh... — Pedi silêncio e consequentemente assoprei mais uma vez na região e ela deu leves choquinhos sentindo o ar quente tocar ali. — Deixa eu aproveitar o momento. Ela tombou a cabeça pro outro lado, quase sorrindo, mesmo assim na sua boca delineava uma curva de maldade. Então eu escorreguei o dedo indicador pelos seus lábios íntimos, ela estava tão molhada e eu já estava tão duro. Subi até seu clítoris, me certificando do ponto exato do prazer, pressionei o local. Ela soltou um gemido gostoso de se ouvir, e ai desci novamente o meu dedo para penetre-la fazendo com que suas costas se curvassem na cama Sorri contente ao perceber que ela era tão justa. — p***a Sam. Tão apertadinha... Gostosa pra c*****o. — Falei contra a sua i********e, não me aguentando mais. Lubrifiquei toda a região com a língua, lentamente, mantendo os olhos firmes seus. Seus cílios estavam entreabertos, quase se fechando de prazer, mas assim como eu, ela apreciava cada minuto extasiada, me analisando minuciosamente. Penetrei outro dedo, depois aumentando o ritmo das estocadas, dando leves batidinhas com a língua no clítoris, cada vez mais rápido. — Goza na minha boca. — Pedi já percebendo seus espasmos. Seu gosto era alucinante. — Will!!! — Ela gritou alto, quando percebeu levou uma mão pra tapar a boca e quase eu ri. Trabalho comprido, consegui fazer ela gozar me chamando. — Nossa... — Disse ofegante, se sentando e me encarando boquiaberta. Eu sentei no chão esquadrinhando aquela cena. Passei a mão pelo meu cabelo desorganizado e o meus lábios que formigavam sentindo o sabor dela. Samantha estava nua, toda aberta pra mim, depois de ter gozado na minha boca. Gostosa demais. — Você tem que gemer mais baixo. Tem vizinhos aqui do lado. — Sussurrei levando em consideração que já era quase de manhã. — f**a-se os vizinhos Carter, esse momento é meu e ninguém estraga! — Gargalhou, cobrindo o rosto com a almofada e eu sabia que suas bochechas tinham corado. Ela é tão encantadora que até me esqueço que ela é um problema dentro da minha cabeça. Me vejo rendido novamente ao perigo, dormindo com o meu próprio inimigo. Subi até a cama e me deitei ao seu lado. — Quero te comer de quatro. — Arfei levando a mão até o coração pra checar meus batimentos. — Nada disso. Quero ficar por cima. — Ela disse com jm ar prepotente, enquanto escorregava seus dedos pela minha linha do umbigo, depois começou a me punhetar lentamente. — De quatro. — Resmunguei lutando pra manter os olhos abertos com o prazer me consumindo. Então em um gesto ágil ela subiu por cima de mim. — Eu que mando Will! — Will... — Eu falei mencionando forma que ela me chamava. — Sentiu saudades de eu te chamar assim? Aposto que não. — Ela exibiu um sorriso zombeteiro. — Você não anda tendo sucesso nas suas apostas, Sam. — Soltei um ar sarcástico. — Camisinha? — Ela deu de ombros, perguntando. — Dentro da gaveta. Ela abriu rapidamente pegando e rasgando a embalagem com os dentes. Suas mãos foram rápidas, retirando minhas poucas peças de roupa, depois deslizando o preservativo pelo meu m****o me fazia delirar de desejo. Coloquei uma outra almofada atrás da cabeça para fitar melhor aquele momento. Então ela foi sentando, penetrando-a cada vez mais profundo. Perfeita! Muito melhor do que eu poderia ter imaginado anos atrás. Ela coordenou toda a movimentação ao mesmo tempo que eu apertava seus s***s e puxava seus biquinhos, enquanto ela revirava os olhos de prazer, sua mão estava sob meu peito e ela cavalgava em cima do mim. Nossos gemidos se misturaram com o barulho da carne macia da sua virilha batendo contra a minha. Melodia pros meus ouvidos. — Estou quase. — Arfei, vislumbrando aquela visão dos deuses, ela era a própria Afrodite. — Eu também. — Mordeu os lábio. — De novo... — Completou. Então ela se curvou como se já tivesse perdendo as forças e gemendo entre um beijo, gozamos juntos. Senti sua carne me apertar cada vez mais enquanto eu preenchi toda a camisinha. Ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado, me olhando de soslaio. Estávamos apenas apreciando toda aquela sensação boa. — Esperei por isso 7 anos...? — Perguntou puxando o ar pros pulmões, sorrindo enquanto encarava o teto branco do quarto, linda pra c*****o. — Uhum. — Murmurei ofegante, tirando os cabelos da sua testa molhada de suor. — Eu só podia ter batido a cabeça em algum lugar ou estar sob o efeito de drogas. Que garota patética eu fui! — Escolhas erradas, fodidas escolhas erradas. — Esperei por sete anos o que eu não poderia esperar por mais nem um minuto. — Ela soltou quando o infinito dentro do castanho mel dos seus olhos se encontraram com os meus. Um sorriso ameaçou crescer nos meus lábios. — Você nem imagina, o quanto eu te esperei Sam... Poderíamos passar horas em silêncio, extasiados com a nossa propria companhia, só que poderíamos fazer coisas melhores e ela sabia disso. — Agora de quatro?! — Ela perguntou. E eu sorri, agora sem me conter. Eu ouvi um amém? Kkkkkk Que shipper vocês dão a esse casal? Vou escolher o mais criativo ♥️ vai ser uma coisa nossa, de autora pra leitora! Falando nisso, VAMOS POR AS FOFOCAS EM DIAS E FALAR DO NOSSO CASAL CONFUSÃO? ? Tenho um grupo no w******p para leitoras, o link para entrar fica no meu perfil aqui do w*****d (na BIO), aproveita e me segue, sigo de volta. ? Ou comenta aqui, que te envio no pv, pois o w*****d não permite compartilhar links por comentários. Gente to passada! Que hot em? Beijinhos, volto na sexta.
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