Pegamos um táxi para a casa do Zeus. A viagem é quase surreal, enquanto o carro passa pelas ruas familiares, o meu coração cheio de ansiedade pela minha irmã, e algo totalmente inapropriado — A excitação de ver o russo de novo. As minhas mãos tremem tanto que não consigo sequer separar e tirar as notas corretas da minha carteira. Stella tira a minha bolsa das minhas mãos inúteis e ela mesmo paga. Entramos no pavimento e o táxi vai embora. Eu olho para a impressionante fachada da casa de Zeus. Há três andares acima do solo e cada um deles está iluminado. Stella olha para mim de lado. — Pronta? Pergunta ela. Não está frio, mas eu estremeço. — Tão pronto como jamais estarei. Ela endireita o meu colarinho e diz, do jeito dela de sempre. — Queixo para cima! Você vai ficar bem, fica calma.

