— Prestes a perdê-lo, raposinha? Ele zomba. — Nunca! O mundo começa a girar -- Um pouco...talvez... Ahhhhh. Faíscas de calor pousam na minha pele. Minha cabeça cai para trás, e o sangue explode em meu cérebro. Eu perco todo o controle e chego ao clímax, gritando ferozmente com ele. A realidade volta lentamente. O fogo dentro de mim se apaga e me deparo com a realidade. O teto é azul-celeste. Que inclusive eu acho bonito. Eu endireito minha cabeça e encontro seus olhos afiados. Ele levanta uma sobrancelha condescendente. — Um pouco de humildade seria uma qualidade atraente para cultivar — digo, vacilante. — Eu me pergunto como você teria cantado se tivesse vencido. — Eu não teria. — Bem, nunca saberemos. Ele diz descuidadamente, e me empurra de costas. Um maço de papéis e uma c

