Capítulo 48 BARÃO NARRANDO Eu arrastei a Aline pelo braço no puro ódio. O sangue fervia dentro de mim, a visão quase turva de tanta raiva. Essa mina acha que pode brincar com a minha cara, acha que pode decidir quem vive e quem morre sem medir as consequências? Eu não podia acreditar no que ela fez. A moto ainda m*l tinha desligado e eu já desci, puxando ela pelo braço. Ela vinha andando atrás, desconfiada, como se tivesse medo, e devia ter mesmo, porque se ela soubesse o que passava na minha cabeça nesse momento, sairia correndo sem olhar pra trás. — ENTRA NESSE c*****o LOGO! — gritei, empurrando a porta. Ela me olhou de lado, indignada, como se tivesse coragem de questionar. — Está falando assim comigo por quê? — Não discute comigo, Aline! — respondi, a voz pesada, carregada de f

