"Giovanni troca Giulia pela dívida"

1820 Words
Outra ligação para o banco terminada e mais um não é dito levando Pietro ao desespero. Pietro não sabem mais o que fazer para conseguir o dinheiro que seu pai perdeu no jogo. - E aí pai? O que foi que o banco disse? - Que eles não podem nos dar mais crédito, já estamos no vermelho. - Esse aqui que eu era cliente também se recusou e agora pai? - Não sei Pietro. Não me ponha mais nervoso. - Pai nós estamos perdidos, o prazo dado por aquele mafioso, está acabando. - Que prazo dado por mafioso é esse Giovanni? A esposa de Giovanni escuta a conversa de seu marido e seu filho, através da porta entre aberta do escritório. - Mamãe? - Eu não falei pra você fechar a porta? - O que está acontecendo? Desde ontem, tenho visto vocês dois, de cochichos pelos cantos. Giulia desce e ouve a conversa. - Papai jogou outra vez. Sra. Martina e Giulia se olham. - É o que está parecendo filha. - Outra vez papai? - Fomos a uma inauguração de um Cassino em Veneza. - Ainda por cima tão longe. - Os Cassinos da Sicília não são o bastante para ele Giulia. - Já não basta termos perdidos nossos carros, na semana passada papai? - Qual o nome desse Cassino Giovanni? - "Cassino Ferrari". - Fica em Veneza mesmo? - Sim em Veneza mamãe, já li algo sobre ele, foi reinaugurado ontem. - Quanto foi o valor? Pietro olha para Giovanni que abaixa a cabeça. - Duas vêzes ou mais o valor dessa casa. A mãe se senta chorando e Giulia corre para ajudá-la. - Mamãe. Olha o que senhor fez com ela. Giulia segura a mão, de sua mãe. - Quanto tempo nós temos para conseguir o dinheiro? - Vinte quatro horas. - Que acabam hoje mãe. Giulia abraça a mãe que chora e diz desesperada. - Eles vão nos matar Giulia. - Nós precisamos fugir daqui agora então, venha mamãe, vamos arrumar nossas coisas. - Não adianta Giulia, eles estão vigiando a casa desde ontem. - Giulia olha pela janela e vê dois homens parados em frente. - É verdade, tem dois homens ali fora. - Seremos mortos por sua causa. Seu maldito! Martina começa a dar socos no peito de Giovanni e os filhos a seguram. - Pare mamãe. Isso não vai adiantar de nada. - O que adiantaria era se conseguíssemos um empréstimo bancário, mas todos estão recusando nosso pedido desde ontem. Papai está sem crédito. - Se tivéssemos ainda nossa Vinícola. - Que seu pai também fez o favor de perder no jogo. Giovanni além de perder os carros, as jóias da família, a casa de praia, havia perdido o bem material mais precioso que eles tinham, sua Vinícola. Os "Irmão Bianchi" não tiveram piedade de Giovanni e o fizeram assinar um documento passando a Vinícola para o nome deles. Lorenzo segura seu Órgão que já estava vermelho de tanto ser chupado, colocando nele o preservativo para assim penetrar aquela mulher alta, gostosa e totalmente nua a sua frente. Aquela madrugada ele passa transando ferozmente com a gostosona, que havia conhecido na noite anterior, que também perdeu muito dinheiro na roleta e não tinha como pagar a dívida. - Não a quero mais de quatro. Vem agora e se senta aqui. - Como você quiser gostoso. A mulher se senta e rebola chegando ao orgasmo. - Gozou né? Agora é minha vez. Abra a boca. Lorenzo a tira de cima, deitando-a em sua cama e após retirar a camisinha, ejacula com satisfação na boca e no rosto da mulher. - Isso foi melhor que o jogo na roleta. - Dívida paga. Limpe-se. A mulher obedece e m*l coloca seu vestido, Lorenzo levanta e abre a porta para que ela saia. - Quando nos veremos de novo bonitão? - Não nos veremos mais. Aliás, se eu te pegar dentro do meu Cassino outra vez, você não pagará mais, sua dívida na cama. Fique certa disso. A mulher sorri, pega o casaco jogado no chão e sai. Lorenzo faz um sinal para Domênico, acompanhe a mulher até o estacionamento e a coloque em um táxi. - Por aqui senhora. Assim que a mulher sai Genaro entra no quarto, que Lorenzo usa no Cassino para descansar e também se divertir. - Chefe trouxe novidades sobre o tal Giovanni. Lorenzo olha Genaro, pegando em seguida o telefone. - Mande que tragam algo pra eu comer aqui no quarto. Que novidades são essas? - Alguns bancos nos ligaram avisando, que o tal Giovanni havia ligado, pedindo empréstimo. - Eu sabia que ele não teria esse dinheiro todo. Pela foto da casa que vocês me mandaram, vi logo que ela só serviria, para dar de sinal. - Achei uma coisa bem estranha na casa. - O que você achou estranho? - Na casa, não há um só carro na garagem. - Aquele i*****l, já deve ter perdido, em outros Cassinos Genaro. - Com certeza Lorenzo. Agora deve estar desesperado, por não saber como irá saldar a dívida. - Me conte mais sobre sua casa. Mora sozinho com o filho? - Não chefe, ele tem esposa e duas filhas que por sinal são lindas. - Ele tem família então? - Você precisa ver as meninas. Lorenzo sorri, mas sem se importar com o fato, de que ele tem filhas bonitas. - Deixa a diversão para uma outra hora Genaro. Ligue para o piloto e mande ele ir vir imediatamente. Nós iremos até Sicília cobrar a dívida. Giulia ligava para sua amiga Paola ex namorada de Pietro, quando se assusta ao ver, sua casa sendo invadida. - Que barulho é esse? A mãe de Giulia pergunta com o coração sobressaltado. - Fique calma senhora, nós viemos falar é com seu marido aí. O coração de Giulia falta pouco saltar pela boca e ela abraça sua mãe. - Levanta, que o chefe veio te fazer uma visitinha, Sr. Giovanni. - Prazo esgotado Giovanni. Lorenzo fala entrando na sala, mas logo sua voz embarga, quando seu olhar encontra o de Giulia, a mulher que ele estava buscando incessantemente feito um louco. Era inacreditável, a mulher que havia estado na festa e sumido misteriosamente estava ali bem diante de seus olhos. Era muito mais linda de perto do que ele imaginava, sua beleza era perfeita como jamais havia visto em outra antes. - Quem são vocês? O que querem com meu marido? - Eu preciso de um pouco mais de tempo, Sr. Lorenzo. Sem tirar os olhos de Giulia, Lorenzo responde a Giovanni. - Nem um minuto a mais. Pietro descia as escadas com Violetta e ao vê-los tenta fugir. - Fosse você não faria isso, seu covarde. Domênico fala para o rapaz. - Pode parando aí. Tragam-no. Os seguranças que o acompanhava seguram Pietro, para que ele não fuja. - Não nos matem Sr. Lorenzo. Pietro implora ao ser dominado. - Fique com a minha casa, como garantia de que vou lhe pagar. Domênico e Genaro riem pois sabem que o valor da casa não cobria a dívida. Genaro puxa Pietro para o meio da sala e Violetta se abraça com Giulia, enquanto Lorenzo anda pela casa. - Nem que você quisesse, sua casa pagaria metade do que me deve. - Mas por favor aceite. - Não basta só a casa o chefe já disse. Além dela, que outros bens vocês possuem? Pergunta Genaro. - Nós não temos mais nada senhor. - Uma casa de praia? Domênico sugeri. - Meu também pai a perdeu, há seis mêses. Responde Pietro. - Meu marido perdeu tudo que tínhamos no jogo. Não temos mais nada, tenha piedade. A mulher começa a chorar e Lorenzo olha Giulia apavorada e pensa numa maneira de poupá-la desse constrangimento, mas é então que Lorenzo ouvi uma proposta irrecusável. - Além da casa eu lhe dou, uma das minhas filhas em casamento. Lorenzo olha sem acreditar na proposta daquele homem. - As duas são virgens e puras. Essa Giulia e essa Violetta. Jamais foram tocadas por um homem. - Não! Me matem! Mas não leve uma de minhas filhas, por favor. - Veja a mais nova, lhe agrada? Lorenzo anda no meio das duas. - A mais nova não. Mas essa sim. Eu quero essa. Com os olhos fixos e brilhando de desejo, Lorenzo puxa Giulia pela mão, que deixa uma lágrima cair nessa hora. Pietro põe a mão na cabeça e chora. - Não pai. Não faz isso. - Cala boca Pietro. Você quer que eles nos matem? - Eles poderão ficar morando na casa? - Se você aceitar vir comigo, na condição de minha noiva, sim. - Então eu irei. Lorenzo sorri para ela e se aproxima de Giovanni. - Vocês poderão continuar morando na casa, mas não se esqueçam que ela me pertence e que o senhor não poderá fazer nenhum tipo de negócio com ela. Caso contrário se arrependerá amargamente de não ter me ouvido. Me fiz entender? Giovanni sacode a cabeça que sim. - Eu não escutei. - Sim, entendi. - Agora sim ouvi. Esperarei no carro que pegue suas coisas Giulia. Martina se abraça a Giulia tentando impedir que a levem. - Não por favor, não faça isso. - Não irmã, não vá. - Escutem aqui vocês duas, olhem pra mim. Eu preciso ir com ele, para que vocês vivam e continuem a morar nessa casa. - Eu não vou suportar não poder mais te ver filha. - Quem foi que disse, que ela não poderá mais vê-los? - Poderei? Giulia olha para Lorenzo. - Sempre que quiser. Agora vá buscar o que é seu e traga poucas coisas. Amanhã ou depois, mandarei que um empregado venha buscar o que estiver faltando. Lorenzo olha sério para Giovanni e Pietro e Giulia sobe com sua mãe e Violetta. - Viu o que senhor fez? Acabou de negociar sua filha com um mafioso. Pietro sobe também revoltado e sai buscando pelo quarto, algum tipo de droga para se aliviar e só encontra maconha. - Quem são esses? - Esses são os seguranças da família. - Por que não tentaram impedir a nossa entrada? - Nós já íamos embora dessa casa senhor. - Estamos há dois mêses sem salário. - Não precisam mais ir embora. Vocês agora trabalham pra mim. Você é o líder? - Sim senhor. - Como se chama? - Armando. - Avise aos outros empregados da casa, que ninguém mais precisará ir embora. - Sim senhor. - Genaro cuide para que todos sejam pagos e coloque um empregado de confiança para trabalhar aqui. - Pode deixar chefe. Amanhã mesmo mandarei Tommaso. Giulia se aproxima e Genaro pega sua mala, colocando-a no banco de trás e Lorenzo abra a porta do carro para que entre e sente ao seu lado. Lorenzo quase perde o equilíbrio, ao sentir o aroma dos sedosos, negros e longos cabelos de Giulia.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD