Estou a uma hora olhando ao redor com esperança de ver o homem de lindos olhos azuis e abordá-lo fingindo surpresa, mas claramente meu plano saiu pela culatra pois ele não apareceu até agora e é provável que não apareça nunca. Suspiro frustrada olhando minha bebida. — A conta, por favor. — Peço ao barman bebendo o resto da bebida num gole. Está quente por ter ficado intocado por muito tempo, mas eu nem ligo e tomo mesmo assim. Com a conta paga, estou fora da boate minutos depois indo em direção a minha moto. — Aposto que meu pai está se divertindo muito mais que eu nessa noite. — Resmungo colocando o capacete e acelerando em direção a ponte de Evergreen. Não sei por que, mas desejo ir para lá e olhar a água. Estou dirigindo a uns dez minutos e tem um carro em minha cola esse tempo inte

