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Persefone narrando Saí da boca com uma raiva fervente, sentindo-me ainda mais uma merda. A vida parecia ser uma piada c***l, e eu não conseguia escapar dessa merda de morro a não ser que pedisse ajuda a alguém. Chegamos ao baile, e logo encontramos Sara, que já estava completamente bêbada e usando droga. Ela oferecia tudo para Yasmin, que, de imediato, queria ir embora e recusava qualquer coisa. — Yasmin — Marta a chama — não achei que você iria vir ao baile. — Eu a trouxe — digo, rindo. — E aí, Persefone — Marta sorri para mim. — Só que ela não quer beber nada. — Obrigada, meninas, mas estou bem! — Yasmin responde. — Como ela fala bonito — Sara diz, com um tom meio zumbalhão. — O que você está fazendo aqui mesmo, doutora? — A trabalho — Yasmin responde, com uma expressão profissio

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