Eu ia saindo com a tesoura de cortar tecido em mãos, ela é toda de ferro e tem as duas pontas afiadas. – Disgramada... Escuto o Raphael me xingar, volto alguns passos e ele está me olhando de baixo. – Tá querendo apanhar um tiquinho mais? Num deu não? Só de brincadeira aponto a tesoura para ele. – Tá querendo ficar sem os colhões? – Abro e fecho a tesoura enquanto o homem esbugalha os olhos e se encolhe protegendo as partes íntimas. – Sai daqui sua louca. Solto minha melhor risada, e saio da pequena cozinha entrando no quarto e trancando a porta. – Mô o que aconteceu, você veio buscar as toalhas e não voltou. É a voz aveludada da Micaella. – Eu caí e bati o rosto vida, me ajuda a Levantar. –Vem meu neném. Imito vômito com o dedo, alguns minutos depois saio do quarto com o que

