CAPÍTULO 64 SOMBRA NARRANDO Caralho… aquilo não era só t***o. Era vício. Era loucura. A Eduarda sentada na minha cara, gemendo baixinho, tremendo nas minhas mãos, com os dedos cravando no ferro da cabeceira como se o mundo estivesse desabando ali… p***a, eu nunca tinha provado nada igual. O gosto dela, quente, doce, molhada pra c*****o… era tipo a p***a de um prêmio que eu nem sabia que merecia. Segurei firme na cintura dela, guiando o movimento, lambendo sem pressa, com a língua firme, molhada, explorando cada pedacinho daquela bucetä deliciosa. A cada gemido que ela soltava, meu paü pulsava mais dentro da camisinha. Tava duro, latejando, pronto pra arrebentar tudo. — Desce mais… isso, c*****o… — murmurei com a boca entre as pernas dela, sentindo ela se perder em cima de mim. O corp

