CAPÍTULO 88 SOMBRA NARRANDO Mano… eu juro que tentei me segurar. Mas com essa mulher é f**a. Ela pelada ali na minha frente, dentro da água quente, entre as minhas pernas, encostada em mim como se fosse feita sob medida pro meu corpo… cê é doido. Quando ela virou o rosto e colou a boca na minha, foi tipo gatilho. Um beijo lento, mas p***a… cheio de maldade boa. Daquelas que começam suave e viram incêndio. E eu deixei queimar. Deixei tudo pegar fogo. Minhas mãos desceram, agarrando firme a cintura dela, trazendo mais pra cima de mim. A água se mexendo, subindo pelas laterais, esquentando ainda mais. E ela veio. Sentou devagar. Olhou nos meus olhos enquanto se encaixava no meu paü. — Caralhø, Duda… — gemi entre os dentes, sentindo meu paü sumir dentro dela, apertadinha, quente… molhada.

