Cap 04

1149 Words
Alemão Assim que PH me contou toda a história dela, fiquei na neurose em saber quem é o pai da criança, vai que é algum inimigo ou até mesmo um zé mane do asfalto com contato dos vermes - e a mina tua achou? - e eu alá tive tempo FDP Ele ri, ante de ser pego pelos vermes eu estava atrás de uma mina, mas não era qualquer uma, o f**a de estar chapado e nem se quer perguntar o nome dela é isso, fica igual o****o atrás Depois de uma festa a qual eu falei que não ia, mas fui de tanto PH me atormentar, lá conheci uma bela morena, mas nenhum dos dois fez questão de perguntar o nome, a sintonia estava ótima, parecia que algo nos conectava, mas para mim aquilo era só efeito do álcool mesmo Depois de muito conversar e zoar, voltamos as organizações do bailão de hoje, aliás a minha liberdade precisa ser comemorada, darei uns dias de folga ao PH também já que foi quem cuidou de tudo enquanto não estava aqui Maria Julia Depois do filme, decidimos ir comer e assim ir gastar um pouco, Nathan estava todo encantado, era pouca as vezes que vinha com ele aqui, alais ele tinha que aprender a ser humilde, imagina como seria se toda vez que eu recebesse trouxesse ele aqui como ele seria mimado Nathan nunca foi uma criança mimada ou birrenta, cortamos essa fase dele, logo de início, ele entendia bem a palavra NÃO, eu nunca deixei faltar nada para ele, até mesmo as besteiras que não consegui evitar que os seus padrinhos dessem, mas ele sabia a hora que podia comer e me pedir também - Mamãe quero colo - Nathan me chama assim que entramos na primeira loja de roupas infantil - vem aqui meu amor - o peguei e ele logo se ajeitou no meu ombro para dormir Compramos o que precisávamos e logo Amanda quis entra numa loja de brinquedos, aproveitar que ele estava dormindo para comprar o presente de aniversário dele Logo estávamos dentro do Uber, ele nos deixou um pouco longe da barreira, já que todos alegavam serem proibidos de irem até lá, mas nunca reclamamos, até porque sempre tinha algum conhecido la na barreira e sempre nos ofereciam ajuda e o da vez foi Carioca, que assim que nos viu virando a esquina que da há visão para barragem ele ja fala algo no radinho - pera ai meninas, PH já ta descendo - ele fala assim que entramos no pé do morro Apenas concordamos com a cabeça, ele tentava falar com o meu filho, mas o mesmo estava apagado e nem estava dando trela para ninguém, nem mesmo pro colo da Amanda ele quis ir. Assim que PH chegou, Nathan acordou só pro escutar a voz da sua única versão paterna que sempre teve, mas ele também negou ir para o colo do seu padrinho, eu já estava achando estranho ele nunca recusa ir com nenhum dos seus padrinhos Assim que chegamos em casa Amanda e PH me ajudam a colocar as coisas na sala, assim que olho meu pequeno no sofá suas bochechas estão rosa - ai meu Deus - digo um pouco alto - o que aconteceu? - Amanda entra na sala falando e logo atrás vem PH - o meu baby ta ardendo em febre, vou pegar o termómetro - digo já subindo as escadas para pegar no quarto e logo ja estou na sala - aqui meu amor - digo puxando a sua camiseta devagar e logo colocando o termómetro nele - mamãe - ele me chama resmungando - mamãe ta aqui amor - digo dando um beijo nele e logo o negocio apita e eu tiro dele - 38.5 - digo quase sussurrando - amiga isso ta muito alto - Amanda diz - miga sinto muito, mas hoje não posso ir ao baile com você - digo meio chateada porque eu disse que ia - miga nem sem preocupa, outro dia nos vamos - vou levar ele lá no hospital o pediatra dele ta lá hoje - digo pegando ele no colo e logo a minha bolsa - pera amiga eu te levo - Amanda diz pegando a chave do carro do PH Apenas concordei, já sabia que PH não podia ir para lá por ser procurado, e Amanda só dirigia em casos raros e urgentes e também quando se trata do afilhado dela, no carro quase brigamos porque ela queria ficar, mas não deixei, até porque não sei nem que horas serei liberada daqui, prometi mandar mensagem assim que eu saísse daqui, mesmo sabendo que ela poderia estar bêbada e sem o celular dela Assim que entro no Hospital observo o mesmo lotado, faço a ficha dele e logo nos chamam na triagem, as meninas me reconhecem e logo colocam a pulseira vermelha nele para ser mais rápido, 5 min depois o pediatra dele o chama Marcelo é um grande amigo, ele é pediatra do Nathan desde o dia do nascimento dele, o mesmo se nomeou a isso, ele é um amor de pessoa e gosta da mesma fruta que eu, então assim a nossa amizade cresceu muito nos últimos anos que estou aqui Nathan ficou de observação e tomando soro com medicamento para febre dele abaixar, Marcelo já desconfia de algo, mas prefere os exames saírem para dar a resposta final - Amiga - Marcelo entra onde estamos - como eu suspeitava - me mostra os exames - ele está apenas com virose, sabe se ele comeu algo diferente? - ai meu Deus, não sei migo, mas irei perguntar algo a dona Cláudia é ela quem fica com ele quando venho trabalhar - e mais uma coisa - ele me olha - sabe me dizer se ele falou sobre querer algo que ele viu de alguém? - não por quê? vai me dizer que ele ta com bicha também - ele confirma - o Deus, mas do nada? Sempre que ele quer algo ele me pede Conversamos mais um pouco, olho no celular que já são 4hrs da manhã, pego a receita com ele, e logo vou a farmácia quem tem ao lado do hospital, aproveito e ja chamo um Uber, que chega no mesmo horário que saio do caixa Já era 5hr da manha logo terei que ir pro Hospital novamente e sem dormir para me ajudar Chego na barreira e logo percebo que quem ta ali é o Muralha e ele logo abra passagem pra mim - e ai Morena - achei que ia estar no baile - ele sorri - que nada, estava no hospital até agora com o meu menino - digo ja indo subir o morro - pera ai Morena, vou chamar alguém para você subir, ainda mais com a nossa cria - ele brinca e n**o com a cabeça rindo
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