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1255 Words

Aylla Acordei atordoada às 4 da manhã, eu preciso conversar com alguém que não seja da minha família, eu preciso de alguém que não sinta pena de mim, eu levantei e troquei de roupa, fui até a garagem onde ficam as chaves e peguei um dos carros do meu pai, ninguém iria para um carro dele saindo do morro, entrei no carro e passei pela barreira sem nenhuma problema, como eu já tinha imaginado. Fui dirigindo até chegar no Vidigal, quando me aproximando da barreira, vários homens armados me pararam, eu confesso que morri de medo, mas eu não queria voltar atrás. Vapor: tá fazendo o que aqui essa hora novinha ? Aylla: eu preciso falar com a Vitória, eu sou amiga dela, diz que a Aylla está aqui. ele se afastou para falar no rádio, enquanto os outros homens continuavam ali me encarando com as

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