Paola Saio quase correndo da sala do senhor Alkan, minhas pernas tremem tanto, que dou graças a Deus por estar de tênis e não de salto. Chego à calçada com o coração quase saindo pela boca, preciso de ar. E o pior, minha calcinha está encharcada, nunca senti nada tão potente quanto o desejo que estou por ele. — Senhorita Paola? — O motorista do senhor Alkan me chama, assustando-me. Levo à mão até o peito e me viro rapidamente. — Desculpe, estava distraída — esclareço para não pensar que sou doida. Ele assente, com um leve olhar divertido, pelo menos alguém está se divertindo às minhas custas. — O senhor Alkan me pediu para te levar em casa — abre a porta do carro para que eu entre. — Obrigada! — Agradeço e deslizando pelo banco de couro do carro imponente. Um pouco mais calma, começ

