Prólogo

3187 Words
Bem vindos a mais uma história feita com muito carinho! Quero pedir para que deixe seu comentário a cada novo capítulo para que eu saiba o que estão achando. Estou ansiosa para saber a opinião de todos! Espero sinceramente que embarquem junto comigo na história desse casal que eu tanto amo escrever e que juntos a gente surte, se emocione, ria, chore e sonhe juntinho com eles. Para quem gosta de ver imagens dos avatares, looks e ambientes, posto tudo no meu grupo de ZAP, o link está @autorasol_costa2023. Bora começar? Sol O dia está lindo, o céu está claro, sem nuvens e o sol resplandece em toda a sua glória, queimando suavemente as nossas peles, que absorvem a vitamina D que tanto precisamos enquanto caminhamos. É final de tarde, e eu saí mais cedo da empresa para cumprir uma promessa. Afinal, tenho uma ‘Duracell’ no meu encalço há mais de uma semana que só vai sossegar depois que eu executar o combinado que fizemos. E para tal, vim buscá-la pessoalmente na escola. Lara e eu estamos mais do que empolgadas há dias para essa programação, pois iremos experimentar uma sobremesa nova que descobrimos através de um anúncio na internet enquanto fazíamos uma pesquisa para o seu trabalho escolar. A menina quase pirou quando viu a imagem de uma sobremesa diferente que divulgava a a******a de uma confeitaria nova que abriu próximo a sua escola. Era tarde da noite, e eu estava doida para descansar depois de um dia exaustivo na empresa, acabei propondo uma oferta porque eu queria o seu comprometimento para terminarmos o quanto antes a tarefa. Prontamente ela aceitou, se esforçou para terminar o trabalho de forma rápida e sem brincadeiras e agora estamos aqui, caminhando em direção a confeitaria. Fazia dias que ela vinha me cobrando, e como hoje consegui terminar os meus afazeres antes do horário, vim sem avisar, pegando a minha filhota de surpresa. Coisa que ela adorou, afinal, segundo ela, eu estava em falta porque fazia muito tempo que eu não levava e buscava ela na escola. Ela está radiante com a sua roupa preferida de ballet e o seu sorriso enorme, estamos de mãos dadas. Ela caminha no canto da calçada e fala como uma tagarela como sempre faz após a sua aula preferida. ‘Cada dia que passa seu sorriso fica mais parecido com o do Henrique, o que eu simplesmente amo nela.’ Enquanto ela fala animadamente, me alegro mais com sua empolgação com esse hobby. O que me deixa muito orgulhosa, já que percebo o quanto ela se esforça para dar o seu melhor mesmo sendo tão pequena. —A senhora tinha que ver como eu fiz, mãe. A tia mandou a gente correr e depois pular assim oh … Ela relata empolgadamente e como sempre, tenta demonstrar a pirueta reproduzindo da melhor maneira que consegue. Para isso, ela me surpreende forçando a soltura da sua mão que desliza rapidamente entre os meus dedos, me deixando apreensiva pois não gosto de deixá-la andando solta na rua. Correndo um pouco à minha frente, logo pulou abrindo os braços, seguidas das suas pernas finas com uma postura impecável, mostrando o seu objetivo de conseguir uma aterrissagem perfeita. O que ela conseguiria se não fosse impedida por um ser todo vestido de preto que passa por mim correndo como um foguete, quase me desequilibrando, chegando nela em seguida, tirando o seu corpo pequeno e frágil do chão. Eu me choco com a cena que se segue diante dos meus olhos, em milésimos de segundos sinto minha alma fugi do corpo e sem tempo para pensar, simplesmente reajo os seguindo, sentindo o desespero tomar conta do meu ser em constatar que ela está sendo sequestrada bem diante dos meus olhos. Corro o mais rápido que posso, vendo a minha filha nos braços de um desconhecido, que corre em direção a um carro preto que para com a porta aberta há alguns metros de distância à nossa frente. Entendendo a sua intenção e com medo de perdê-la definitivamente, me esforço sobremaneira para alcançá-los enquanto grito: —SOLTA A MINHA FILHA… Tudo acontece como se fosse um filme de ação, porém infelizmente isso não é uma interpretação e sim a vida real. Os segundos de corrida parecem acontecer em câmera lenta, enquanto sinto meu coração super acelerado devido ao pico repentino que dei. Correndo pela calçada atrás da nossa filha, penso: ‘Não posso deixar Henrique perder a Lara de novo.’ Tal pensamento parece dar a energia que preciso, e com passadas rápidas e ainda mais empenhada, me próximo do homem que parece ficar mais lento devido ao peso e ao escândalo que Lara faz em seu colo, se debatendo e gritando: —MAMÃE… Na primeira oportunidade que tenho e em um impulso desesperado, me lancei sobre o corpo do homem, conseguindo segurá-lo pela cintura, ficando praticamente pendurada nele. Isso o desequilibra o suficiente para pará-lo ao cambalear, caindo em seguida por cima da Lara. No chão assim como ele, me esforço ainda mais em seu corpo em uma escalada para chegar a nossa filha que chora a pleno pulmões, assustada com tudo o que acontece e possivelmente machucada pela queda. —SOLTA A MINHA FILHA… Grito com medo, sentindo o meu corpo tremer de nervoso e adrenalina enquanto escalo o corpo do ser que se debate para se livrar de mim. —ME SOLTA DESGRAÇADA… Ele grita usando as pernas e braços para me fazer largá-lo. Porém, quanto mais ele tenta se soltar, mais me agarro a ele subindo em seu corpo percebendo que Lara se move, levantando do chão ainda assustada. Nesse momento percebo a oportunidade de instrui-la então grito: —CORRE FILHA, PEDE AJUDA. Ela me olha assustada como se não quisesse obedecer, n**a com a cabeça, mas eu insisto: —FOGE PARA A ESCOLA LARA… Com medo em seu olhar, indo contra a sua vontade, sendo obediente. Ela corre em direção oposta, voltando para a escola enquanto eu me esforço para manter o ser de preto no chão com a esperança que alguém me ajude em algum momento. Coisa que eu achei que iria acontecer alguns segundos depois, mas que não aconteceu. De repente, senti duas mãos enormes segurando o meu corpo por trás, me tirando de cima do ser de preto que continuava se debatendo e me machucando. Assim que senti o meu corpo sendo erguido, tentei olhar para quem me agarrava mas tive a visão interrompida ao sentir um pano preto cobrir a minha cabeça ouvindo uma voz zangada falando: —p***a… você não consegue fazer nada sozinho hein. Vamos, vamos … levanta logo daí e vamos embora antes que alguém apareça. Meu sangue gelou ao sentir meu corpo sendo envolvido por braços fortes e de uma maneira que deixava claro que a sua intenção não era me ajudar. —Mas e a criança? —Esqueça ela, vamos ficar com a mamãe mesmo. Ainda tentei me debater e gritar, mas logo senti minha boca sendo tapada por cima do capuz. —SOCO… —Shiu… quietinha. Não era para ser você mas conseguiu a nossa atenção com a sua insistência. Sem conseguir impedir, senti quando o meu corpo foi erguido do chão mesmo em meio a minha tentativa de luta corporal para evitar tal coisa. A sensação que tive é que outra pessoa segurou as minhas pernas para ajudar e em seguida eu fui colocada deitada em um espaço confinado, tendo as mãos amarradas nas costas, ouvindo um estrondo como uma batida de porta de carro por último e percebendo que o ambiente ao redor ficou ainda mais escuro. Assustada, sem saber o que estavam fazendo e com medo, grito mais uma vez: —SOCORRO… Porém, ninguém responde. Ao me calar, escuto gritos, mais batidas e por fim, sinto a movimentação do que parece ser um carro. ‘Não acredito que isso está acontecendo…’ Me sinto sufocada, me dando conta que estou dentro do bagageiro de um carro em movimento. Nervosa e agitada, tento olhar ao redor pensando no que eu posso fazer para tentar sair daqui, até que percebo que não consigo enxergar a um palmo à minha frente e que não faço a mínima ideia de como sair dessa situação. Logo o meu cérebro me faz pensar na Lara e no medo que ela deve estar sentindo enquanto eu me pergunto: ‘Será que ela conseguiu se salvar, será que ela alcançou o colégio?’ Os minutos passam enquanto o carro se movimenta apressadamente pelas ruas da cidade, me sacolejando, parecendo horas a fio enquanto eu me sinto angustiada e aflita pensando na nossa filha, no Henrique, ao mesmo tempo sinto medo pelo o que pode acontecer comigo e em quem pode estar por trás disso. Não sei quanto tempo depois sinto a movimentação do carro diminuir até parar totalmente, em seguida ouço os barulhos das portas se abrindo assim como a brigaiada deles que discutem enraivecidos: —Eu quero ver quem vai explicar que o plano não saiu como orquestrado? —Quem vai contar é o i****a que não foi capaz de segurar a criança … —Calem a boca… vamos descarregar e esperar mais instruções, seus idiotas. Eu tentava prestar atenção em algo que pudesse me dar alguma pista quando senti o porta-malas se abrindo. Em seguida, mãos grandes me seguraram novamente e me tiraram do confinamento que estava. Sem cuidado, me colocaram no chão e me fizeram andar para um local ainda mais escuro em meio aos gritos. Minha vontade era me debater e correr como uma louca, mas sem conseguir enxergar e com os braços presos desisti da ideia. Tento manter uma respiração contínua e normal para ficar calma, mas a verdade é que não consigo. O medo está querendo se apossar de mim, e isso faz as lágrimas rolarem pelo o meu rosto junto com resmungos baixos de choro. Após alguns passos, sinto os meus braços sendo elevados acima da minha cabeça onde me prendem no que parece ser uma outra corda ou ferro que está no teto, não sei ao certo. A essa altura eu já me sinto em pânico por estar presa em um lugar desconhecido, junto com vários assaltantes estressados. Minha cabeça pensa em mil e uma coisas diferentes, mas ao mesmo tempo, tento elevar meus pensamentos a Deus em orações silenciosas pedindo livramento. ‘Senhor, tenha misericórdia de mim. Não deixe que nada de r**m aconteça comigo, por favor. Cuide da Lara, faça com que ela seja entregue em segurança ao Henrique.’ Eu fazia mais uma oração quando ouvi um dos homens falando perto de mim: —Repararam o quanto ela é jeitosa! —Jeitosa é apelido, para mim ela parece bem gostosa. —O que acham da gente dá uma olhada por debaixo de toda essa roupa? Cada palavra dita por eles só me deixava com mais medo, e para o meu desespero eles não pararam por aí. Em seguida senti uma mão pesada envolvendo os meus s***s, fazendo o meu corpo ter um grande sobressalto no lugar ao mesmo tempo que eu grito, me debatendo, tentando me livrar dessas mãos indesejadas: —POR FAVOR, NÃO… Os homens riem do meu desespero como se isso fosse algo engraçado, me deixando ainda mais desesperada. —EU IMPLORO, POR FAVOR… NÃO FAÇAM NADA COMIGO… As risadas ecoam pelo ambiente, seguidas das suas palavras baixas e cruéis: —Eu adoro quando as putinhas se fazem de difícil… —Nem fala, parece que isso só aumenta o meu t***o. Meu p*u até pulsou agora! —Calma gatinha, por enquanto a gente só quer ver como é o seu corpo por debaixo dos panos… O último fala me segurando com força, me fazendo debater ainda mais na tentativa de impedi-lo. —NÃÃÃÃO… Gritei mais uma vez até sentir o impacto de um soco forte na boca do meu estômago que além de me causar a maior das dores que eu já senti, me fazendo ver estrelas, arrancou de mim todo o ar que eu tinha em meus pulmões. —CALA A p***a DA BOCA v***a! —É, TÁ ACHANDO QUE SÓ PORQUE É GOSTOSA VAI TER TRATAMENTO DIFERENCIADO? Eu quase não consegui assimilar o que eles falavam enquanto tentava puxar um pouco de ar ao mesmo tempo que tentava lidar com a dor e o peso do meu corpo em meus braços pois nem forças para ficar de pé estava tendo. Mas como hoje tudo está fora do meu controle, apenas sinto novamente mãos brutas e pesadas abrindo os botões da minha blusa. Com poucas forças ainda tentei impedi-lo, sendo vencida quando recebi outro golpe, desta vez no rosto. —Fica quieta, c*****o! Senti minha cabeça tonta, um zunido no ouvido e o gosto de sangue na boca. —Calma cara, desse jeito ela não vai estar inteira quando o chefe chegar aqui. —Como se ele ligasse para isso, agora vamos ver o quão gostosa ela é. Mais uma vez senti suas mãos asquerosas na minha blusa, puxando o tecido com força, fazendo os botões voarem. Ainda insistir mais uma vez: —Não, por favor… —POR FAVOR É O c*****o… Em seguida, sinto suas mãos brutas abaixando o tecido fino do meu sutiã com violência, expondo os meus s***s. Nesse momento, meu choro irrompe copiosamente. Me sinto invadida, ainda mais agredida, exposta de uma maneira humilhante e sem possibilidade de sequer tentar me cobrir. Ainda tento retrair meus s***s como se isso fosse adiantar, ao mesmo tempo que tento me afastar dando um passo para trás. —Putaquepariu… que t***s linda você tem p*****a. Novamente sinto suas enormes mãos envolvendo-os e isso me faz sentir nojo e medo pelo o que pode acontecer a seguir, instintivamente encontro fôlego e forças novamente. O que me faz se debater e a gritar novamente na esperança de ser ouvida: —ME SOLTA… SOCORRO… Enfim, me deixo levar pelo o meu desespero, gritando a plenos pulmões enquanto me debato, sentindo o meu corpo ser rodeado por homens que me apertam contra si ao mesmo tempo que suas mãos passam pelo o meu corpo me apertando ao ponto de dor enquanto falam imundices , se esfregam e me beijam ao mesmo tempo: —Além de gostosa, é cheirosa! —Nossa, que t**a gostosa de apertar! —Deixa eu sentir. —O que acham da gente revezar para comer ela antes do chefe chegar? Chorando e entre soluços, continuo implorando para que parem mas as risadas só aumentam, assim como os apertos contra e pelo o meu corpo até que de repente escuto uma voz desconhecida bradando como se quisesse colocar ordem nas coisas: —QUE PALHAÇADA É ESSA AQUI, POR ACASO EU PAGO VOCÊS PARA SE DIVERTIREM ANTES DE MIM? ‘Mas um para se juntar a eles, não, meu Deus!’ Foi tudo o que conseguir pensar enquanto sentia todos se afastando aos poucos do meu corpo em meio a explicações: —Nós só estava assustando a madame, senhor. —DEU PARA PERCEBER, MAS EU QUERO SABER, CADÊ A CRIANÇA? Por um momento os assaltantes ficaram em silêncio, até que um deles se pronuncia: —Essa daí atrapalhou o sequestro. —COMO ASSIM? —É chefia, ela se jogou em cima de mim e não me soltou por nada. —Sério? —É sim, o i****a foi vencido por essa franzina aí, senhor. Eu ouvia a conversa se passando entre eles, mas tudo o que eu queria era me cobrir e sair correndo, mas ao contrário disso, em seguida ouvi um som alto de um disparo ecoando no ar. Eu me assustei e gritei em seguida sendo levada pelo susto que levei por imaginar que morreria a seguir. Mas ouvi a voz zangada declarando: —ISSO É PARA VOCÊS APRENDEREM O QUE ACONTECE COM QUEM FALHA COMIGO. QUANDO EU DOU UMA ORDEM, ESPERO QUE ELA SEJA CUMPRIDA! —É ISSO AÍ, MEU BEBÊ. MOSTRA QUEM MANDA AQUI! Me assusto com a segunda voz que escuto, ficando ainda mais imóvel em meu lugar. Em seguida, ouço passos de salto alto se aproximando e mais uma vez a voz ela ecoa, me confirmando não estar louca: —NÃO ERA VOCÊ QUE EU QUERIA INICIALMENTE, MAS PENSANDO BEM, ACHO QUE VOU ME DIVERTIR MAIS EM VER O AMOR DO HENRIQUE SOFRENDO NAS MÃOS DESSES BRUTAMONTES E NA MINHA, É CLARO. ‘Não pode ser, como a Elaine fugiu da prisão?’ —O QUE É, NÃO VAI FALAR NADA SUA CADELINHA? Eu me sinto em choque enquanto ouço os seus gritos, tentando entender o porquê da Elaine tentar sequestrar a própria filha quando senti o capuz saindo da minha cabeça. Me confirmando que ela está diante de mim, literalmente a menos de um metro de distância. Seu olhar é puro ódio, e ela não perde tempo em me agredir. Logo sinto outro tapa no meu rosto, mas dessa vez é dado por ela, o que me faz virar a face. Minha pele queima e em seguida, eu sinto outro, do outro lado enquanto ela grita histericamente: —É BOM APANHAR NA CARA, CADELINHA, LEMBRA QUANDO VOCÊ FEZ ISSO COMIGO? ADIVINHA SÓ? EU LEMBRO… Levantei o olhar encontrando os seus olhos arregalados, sua expressão de raiva e saliva ao redor da boca, o que deixa claro que a vontade dela é se vingar pelo o que eu tinha feito há alguns meses atrás. Embora eu não entenda o motivo de tanto ódio porque nunca fizemos nada contra ela que somente pagou pelos próprios erros. Decidindo enfrentá-la, porque já que vou morrer em suas mãos, que pelo menos ela saiba o que penso sobre ela. Por dentro, me sinto trêmula e fraca, mas busco forças e fôlego mais uma vez, tentando ignorar toda a humilhação, medo e dor que sinto, respondendo da melhor forma que posso: —Lembro… lembro muito bem. Foi maravilhoso dar na sua cara naquele dia, sua pilantra. Mas existe uma diferença entre a gente né? Eu não precisei de três homens para te amedrontar e te derrubar, eu fiz isso com as minhas próprias mãos e sozinha sua vagabunda, safada. Eu sinto a vibração da raiva passando pelo o corpo dela que grita ao mesmo tempo que pega a arma que está na cintura do homem ao seu lado e mira em minha direção gritando. —AAAAAAHHH… EU VOU TE MATAR, SUA LADRA DE MARIDO… —Mata, mas saiba que a minha morte não te dará o amor de Henrique. Isso é meu e sempre será… Eu sabia que tinha mexido em um ninho de cobra peçonhenta quando respondi, assim como sei que ela é louca o suficiente para cumprir o que falou. No fundo eu não queria morrer, ainda tinha muita coisa que eu queria viver, mas sei que agora precisaria lidar com as consequências dos meus atos. Com o vestígio de coragem que ainda havia em mim, permaneci encarando a mulher diante de mim com um revólver apontado em minha direção até que o som ecoou mais uma vez, alto e claro. Me fazendo enfim fechar os olhos enquanto penso:  ‘Perdoe os meus pecados Senhor, eu te amo e sempre vou amar Henrique…’
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