Sol - Tirando a Calcinha

1337 Words
Sol Meu coração acelerou só em receber o seu olhar penetrante e o seu sorriso conquistador, e tudo só melhorou quando ele chegou realmente perto de mim. Me colocando em pé, Henrique levou suas mãos grandes em meu rosto, fez um carinho bruto em minhas bochechas com os polegares, deixando o restante dos seus dedos entrarem em meus fios, os segurando com firmeza enquanto me olha fixamente, demonstrando todo o seu amor e desejo. Por mim, eu já tinha me atirado sobre ele novamente porque sinto o meu corpo todo pulsando de desejo por ele. Uma corrente elétrica faz o prazer percorrer com intensidade das minhas extremidades em direção a minha pélvis, onde se concentra, fazendo a minha amiguinha voltar a pulsar. 'Como é possível seus toques e olhar me deixar ainda mais excitada em tão pouco tempo?’ Perdendo o controle do meu corpo, deixo minhas mãos seguirem para o seu peitoral, sentindo sob minhas palmas a deliciosa sensação macia e firme que seu peito tem, demonstrando todo o seu empenho nos treinos. Gostando do que sinto, aperto levemente, falando em seguida: —Cada dia que passa você fica mais gostoso, marido. —Engraçado, eu digo o mesmo para você. Deixando minha mão esquerda subir pelo o seu pescoço suavemente, o vejo se aproximando para unir nossos lábios. E antes de unir totalmente nossas bocas, o vejo fechando os olhos, se entregando ao momento. Ele começa sentindo meus lábios com suavidade, experimentando, chupando e mordendo com carinho, entrelaçando ainda mais seus dedos em meus cabelos, me deixando mais entregue enquanto retribuo. Querendo mais dele, me movi, unindo ao máximo nossos corpos. Adorando sentir o calor que emana do seu corpo febril, minhas mãos deslizam, uma em direção a sua nuca, sentindo a textura lisa dos seus fios curtos enquanto o mantenho onde quero, o puxando mais para mim e a outra, por sua barriga, com as pontas dos dedos, até chegar em meu grandão, que já se encontra rígido e pronto para mim novamente. Deslizando minha palma sobre seu comprimento, sinto o nervoso gostoso que tanto adoro por imaginá-lo dentro de mim novamente, então mais do que depressa o envolvi, deixando minha mão deslizar suavemente em sua extensão, fazendo Henrique respirar mais pesadamente, separando nossas bocas e unindo nossas testas. Demonstrando todo o prazer que sente ao puxar o ar com mais força enquanto une as sobrancelhas, ele abaixou o olhar para ver o que eu faço em seu m****o, me incentivando a fazer o mesmo. Com nós dois olhando, faço questão de subir minha mão que está em sua base, colocando uma pequena pressão em direção a sua glande rosada que pulsa fortemente próximo ao seu umbigo e brilha com sua excitação. Repito esse movimento algumas vezes o deixando mais aflito, até que fecho a palma em volta da sua glande e acaricio, com pequenos círculos, fazendo Henrique gemer, até ele decidir que quer me beijar novamente depois que fala: —Eu adoro quando você faz isso, mulher… Dessa vez o seu beijo já inicia mais afoito e com mais desejo, segurando firme minha nuca, me mostrando todo o seu desejo. Sua língua invade a minha boca sem demora, nos fazendo iniciar o tipo de duelo que eu anseio constantemente. Sua mão aperta mais os meus fios enquanto a outra segue para as minhas costas, a fim de unir ainda mais os nossos corpos. Eu sinto meu corpo arrepiando, o desejo crescendo e tudo o que eu penso é descer beijando o corpo do meu amor até chegar no meu grandão para chupá-lo como quero, então interrompi o beijo pronta para isso, sendo impedida porque Henrique agiu mais rápido do eu pedindo: —Fica quietinha! Ficando de joelhos diante de mim, ele se aproxima, me deixando confusa. Segura minha cintura dos dois lados, me olha de forma sexy nos olhos e começa a deixar beijos suaves na minha cintura. ‘Como ele possui tanto autocontrole?’ Imediatamente, eu fiquei ansiosa porque seu olhar me prometia ‘mundo e fundos’ e foi exatamente isso que eu comecei a receber. Ele começou devagar, suavemente, e nas laterais do meu corpo, beijando e me olhando, mantendo a nossa conexão que eu só sinto crescer. Mas aos poucos seguiu para o interior da minha barriga, deixando leves chupões após cada beijo e conforme descia mais, começou a deixar mordidinhas que fazem meu corpo saltar no lugar e minha amiguinha pulsar. 'Eu adoro essa tensão s****l que ele cria.’ O prazer que circula pelo o meu corpo é tanto que respirar começa a ficar difícil, assim como ficar parada pois suas mãos apertam minhas coxas, meu quadril e segue para a minha b***a onde ele bate de repente com força, acordando os meus nervos ainda mais, arrancando um gemido de mim. —Humm. —Quietinha… Ele pede envolvendo minhas nádegas, cravando as unhas curtas nela após me apertar. Em seguida, eu vejo uma das cenas mais excitantes que ele poderia me proporcionar. Henrique passa a língua na pele da minha barriga, no único lugar que não está coberto pelo o tecido da body que estou usando, terminando com um chupão gostoso que me deixa sentir a quentura da sua boca, gerando mais uma corrente de prazer que segue direto para a minha amiguinha, me deixando mais molhada para ele e me faz falar, agarrando com mais intensidade seus fios: —Ai que delicia, marido… Inspirado, ele continua fazendo de novo e de novo, mudando o sentido várias vezes, ficando cada vez mais perto do meu monte vênus, bem próximo a minha calcinha, me deixando ansiosa para que ele desça mais. Inconscientemente, forcei sua cabeça em direção a minha amiguinha, fazendo ele me olhar com seu sorriso safado, falando: —Ansiosa, Tigresa? —Muita coisa… Respondi sendo sincera, me sentindo completamente ansiosa e excitada. Eu achei que ele me responderia, mas ainda sorrindo, ele apenas voltou ao seu trabalho, me deixando saber que continuaria me estigando. Da melhor forma que pode, Henrique voltou a me beijar, gerando aflição e arrepios deliciosos pelo o meu corpo conforme foi levando os seus toques para a minha amiguinha. Onde ele passou o nariz sutilmente, contraindo o meu interior, beijando, lambendo e mordendo por cima do tecido. Nesse momento, tudo o que eu queria era que ele tirasse logo ela do caminho para sentir a sua boca diretamente na minha carne. E conhecendo bem a mulher que tem, se antecipando ao meu pedido, ele me responde da sua forma safada: —Calma, que você vai ganhar, Tigresa. Em seguida, ele beija e morde no meu baixo ventre, bem no início da calcinha e mantendo o tecido entre os dentes volta a me olhar de forma selvagem, aumentando ainda mais as minhas expectativas. ‘O que esse homem vai fazer?’ Henrique puxa o tecido dessa forma, forçando a sua saída do meu corpo desse jeito nada convencional. O que só me deixa ainda mais quente e excitada. Dessa forma safada, ele puxa algumas vezes sem desviar o olhar de mim, me deixando em chamas enquanto o incentivo passando a mão em seus cabelos. —Puxa mais forte e tira logo, marido. Porque eu quero sentar na sua boca gostosa. Mais uma vez os olhos dele dilatam, e ele reage bem como eu quero. Puxa com mais força, um, duas, três vezes, rosnando e enfim, impaciente até que aos poucos a peça começa a rasgar, nos deixando ainda mais eufóricos, saindo do meu corpo depois que se desfaz, me deixando mais do que animada por estar sem ela. Quando isso acontece, Henrique me olha vitorioso com ela ainda pendurada entre os dentes, em seguida lança ela longe, falando: —Agora sim o nosso problema está resolvido. Eu concordo com a cabeça, sentindo minha boca seca para senti-lo me tocando como eu quero. E já sem paciência, eu seguro sua cabeça, coloco a perna direita sobre seu ombro e peço desejosa: —Agora me chupa bem gostoso porque a senhora Rodrigues não aguenta mais esperar para delirar em sua boca!
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