Hope Mikaelson
*Um tempo antes*
Depois que eu desliguei a vídeo chamada com a Rayssa fui ler um livro, "Orgulho e preconceito". Já deve ser a quinta vez que eu leio o mesmo.
Já era de madrugada, as vezes eu me empolgo lendo e esqueço de dormir. Começo a ouvir um barulho vindo do corredor e decido ir checar, abro a porta do meu quarto e ando pelo corredor de vagar, quanto mais eu me aproximo mais alto fica o barulho...
Me assusto e dou um pulo ao ver alguém saindo da li.
— Tia Freya! – Grito com ela e coloco a mão no peito demonstrando o meu estado.
— Disculpa Hopre – Ela fala claramente bêbada.
— Você tá bêbada? – Pergunto e ela faz "um pouquinho" com a mão. — Vem vou te levar para o seu quarto.
A Levo para o quarto e ela capota na cama antes de ter a chance de trocar de roupa. A coitadinha tá sofrendo desde o término com a Keelin, Ela m*l tem tempo de sofrer, ou ela está se jogando em pesquisas ou dormindo com Sam Winchester.
Saio do quarto dela e vou voltando para o meu quarto. Entro e bato a porta, quando estou prestes a me deitar sinto algumas mãos em volta da minha boca com uma e**a de apagar bruxas.
Quebra de tempo
Acordo um tempo depois no chão, amarrada em um tipo de pilar em uma fábrica abandonada, olho ao redor e não vejo ninguém.
— Doce, Doce Hope Andrea Mikaelson. – Ouço uma voz conhecida mas não consigo me mexer para ver.
— Quem é você? – Pergunto.
— Não lembra da minha voz docinho? – Ela se aproxima bem perto de mim e segura me rosto para olhar para ela.
— Marie! – Respondo com nojo no olhar. — Meu tio termina com você e tu decide bancar de super vilã? Qual é como uma boa cinéfila e vindo de uma longa linhagem de vilões da história, sei que eles tem um senso de moda melhor que o seu. – A olho de cima abaixo e solto uma risadinha cínica.
— Hopezinha, tem a língua afiada. Achei que esses dotes eram a especialidade da sua irmã, mais vejo que ela dividiu um pouco com você. – Ela se levanta e pega uma faca de caça em uma mesa. — Vai ser uma pena ter que torturar esse rostinho lindo Hopezinha. – Ela passa a faca em meu rosto fazendo um pequeno corte em minha Buchecha.
— O que você vai fazer comigo?
— Ah, eu não vou fazer nada de mais com você amor. Já Panishar, eu não posso dizer a mesma coisa. – Ela lambe o meu sangue que ficou na faca.
Rayssa Mikaelson
*Agora*
Depois do meu surto com a Lizzie eu fui para cozinha me alimentar um pouco, acho que bebi umas 5 bolsas de sangue seguidas, eu sei porque eles lavaram ela, Panishar quer que ela ative todos os seus lados, para cumprirmos o nosso destino.
Hope já ativou o lado lobisomem ano passado, matou uma convenção de bruxas que sequestraram Lizzie, só falta o lado vampiro, provavelmente eles devem já ter a matado.
Pra mim ainda falta o lado lobisomem, e vou fazer o máximo possível para não ativar a maldição. Porque se eu ativar, a profecia vai ser cumprida.
— Como está? – Kol adentra a cozinha e me pergunta.
— Com muita fome. Essas bolsas de sangue não estão adiantando. – Reclamo e jogo a bolsa vazia no lixo.
— Precisa de sangue de verdade, direto da veia.
— Não, eu não posso. – Digo. — Kol, se eu m***r alguém, a Profecia vai ser cumprida.
— Eu sei. – Ele se aproxima de mim e segura meu rosto. — Não precisa ser sangue humano. – Ele morde o pulso e me oferece. Sei que isso é uma coisa muito especial e íntima, mas considerando o que fizemos noite passada não deve ser pior.
Mordo o seu pulso e me delicio do seu Sangue, aquela sensação é ótima, muito melhor do que a sensação que eu tive com o sangue da Lizzie, e com certeza melhor do que as bolsas de sangue, ele acaricia o meu cabelo enquanto eu vou sugo mais e mais do seu sangue.
— MAS QUE p***a É ESSA!? – Meu pai entra na cozinha mostrando sua cara de híbrido.
Eu me separo de Kol e meu pai o agarra pelo pescoço. O prendendo contra a parede.
— Eu vou te botar em um caixão seu desgraçado! – Meu pai fala.
— Pai solta ele. – Grito.
— O que tá acontecendo aqui? – Minha mãe e Tia Bekah entram na cozinha.
— PAI, EU MANDEI SOLTAR ELE! – Com um movimento com a mão meu pai vai parar da parede, sendo sufocado por mim, que estava descontrolada com a magia.
— Ray para! – Gritou Rebekah.
— Querida ouve minha voz. – Minha mãe dizia mas as coisas ainda estavam voando e meu pai na parede.
— Baixinha, eu to aqui, olha para mim! – Disse Kol. — Você tem que se controlar. – Ele me abraçou e eu me aprofundei em seu peito. Fazendo tudo parar.
— Me desculpa. – Olho para o meu pai que ainda estava assustado.
— Kol, sobe com ela para o quarto. – Disse minha mãe.
Kol assenti e em V.D.V Kol me levou para o quarto.
Rebekah Mikaelson
— Klaus, da para explicar o que estava acontecendo aqui? – Pergunta Hayley irritada.
— Ela se alimentou dele. Tem noção do quanto isso é grave. – Disse Klaus Irritado.
— Tá me zuando que esse surto todo foi por isso? – Pergunto.
— Você não tá entendendo...
— Sim Klaus eu entendi! – Grito. — Eu entendi, que Rayssa já está surtando pela irmã está desaparecida, que ela está com medo da profecia se realizar e ela ter que m***r a própria irmã. Que ela está procurando conforto em uma pessoa que ela ama! E eu entendi que você não está facilitando nada para ela! – Ele fica em silêncio.
— Rebekah está certa Klaus! – Disse Hayley. — Agora não é hora dos seus chiliques! – A Híbrida sai irritada da cozinha.
Kol Mikaelson
— Ei baixinha, tá tudo bem? – Pergunto após deitar ela na cama.
— Tá sim, é só que... As vezes as coisas fogem do meu controle. – Eu assenti e acariciei o cabelo dela.
— Oi docinho! – Crowley aparece do nada fazendo Ray levar um susto.
— Não sabe bater não? – Ela pergunta ainda se recuperando, acho engraçado a maneira de como é fácil assustar ela.
— Não temos tempo. – Disse o Demônio. — Sua irmã já ativou o lado vampiro, está na hora de colocar o plano em ação.
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