capítulo 7

1066 Words
Nicole Brigitte Sentindo uma luz em meus olhos, a mesma faz meu corpo ir despertando do sono profundo, me levanto a minha realidade. Ao abrir meus olhos,vejo meu pai sentado na cama, comendo seu café da manhã, enquanto olhava para mim com um sorriso. – Bom dia, pai.– Falo esticando meu corpo para acordar. – É impressionante como parece com sua mãe. Ela tinha uma preguiça de acordar pela manhã, mais sempre que acordava, já via um sorriso no rosto dela. Era uma mulher surpreendente._ Ele diz sem tirar o sorriso do rosto. Sento-me a seu lado, seguro sua mão. _ Me fale mais dela._ Peço animada para saber mais. _Sua mãe era corajosa. determinava, não abaixava a cabeça para ninguém. Foi difícil quando nos conhecemos, ela era quase implacável, foi complicado me aproximar dela._ Ele diz e ri consigo mesmo, como se em sua mente a memoria estivesse voando. _ Como a conquistou?_ Questiono curiosa. Ele olha para os lados, me chama para me aproximar, como se o que ia me contar fosse um segredo e ninguém poderia saber. Aproximo curiosa. _ Um mestre nunca revela seus segredos._ O mesmo sussurra. Começo a rir de sua bobeira. É bom vê-lo se divertir. .... Saio do hospital, olho meu celular e percebo inúmeros SMS dos senhores colins. Arregalo meus olhos, guardo o celular e corro pela calçada, na direção da rua. Vejo o sinal fechado, mais não parecia vir carro, então decido ignorar - eu já estava ferrada. O que era tão importante que eles estavam me ligando desesperados? - correndo pela faixa. Escuto a buzina de um carro, viro para o lado, assustada. O carro freia quase em cima de mim, faltou centímetros para bater. Meu coração estava acelerado, olhando para o carro a alguns centímetros de mim. A porta de trás do carro se abre. Um homem alto com óculos escuros sai do mesmo e anda na minha direção. _ Está fugindo de novo?_ O mesmo diz e sua voz parecia familiar. O mesmo tira o óculos e vejo de quem se tratava. Mais uma vez estou bem na frente de Brian Martim. _ Estou atrasada e seu motorista quase me atropelou. Se não se incomoda, tenho coisas a fazer._ Falo e me viro pronta para correr. Uma mão segura meu pulso, puxando-me para ele, quase fazendo meu corpo colidir com o dele. _ Está fugindo de novo? Devo te chama de que? Cinderela? A senhorita ainda não me revelou seu nome._ Ele diz com um sorriso de lado. _ Não estou fugindo, apenas ocupada._ Explico. _ Bom, já que a senhorita é muito ocupada. Permita-me lhe dar uma carona. Assim conversamos._ Ele sugere, ainda segurando meu pulso. Como se tivesse medo que eu fugisse novamente. Mordo meus lábios, pensando em sua sugestão. Penso que Brian Martim estava usando seu tempo precioso para ficar me procurando, e me pergunto o motivo. _ Ok._ Aceito. O mesmo coloca a mão em minhas costas e me leva até o carro. Ele me deixa entrar primeiro, logo depois ele se senta ao meu lado. _ Para a casa dos colins, eu imagino?_ Ele pergunta. Aceito com a cabeça, passo uma mão na outra, nervosa. A presença de Brian Martim era penetrante, não tinha como não reparar que ele estava no ambiente. Seu ar autoritário tomava conta do lugar, deixando qualquer um intimidado. _ Para os colins._ Ele diz com uma voz firme. O seu motorista dá partida e as ruas de Hollywood começa a passar através da janela do carro BMW preto. Brian Martim estava em silencio, olhando pelo vidro. Seu silencio era quase constrangedor, me deixava nervosa. _ Posso finalmente saber seu nome?_ Ele pergunta. E se ele souber meu nome, nunca mais irá falar comigo? _ Posso saber o que te inspirou a ter essa empresa sua? Qual o motivo de ter conhecido como a fera de hollywood?_ Questiono o mesmo, tirando sua pergunta da reta. _ Então a senhorita sabe sobre a minha reputação! Uma fã secreta?_ O mesmo pergunta. _ Ah, até parece._ Não consigo deixar de rir e ter um tom de ironia em minha voz. Brian ergue sua sobrancelha ao me olhar. _ Sabe o que aconteceu com a última pessoa que tirou sarro de mim?_ Ele diz em um tom serio. Engulo um seco e paro de rir. _ Estou brincando, senhorita._ Ele diz e dá um sorriso de lado. O carro para em frente a casa colins. Abro a porta do carro, mas sua mão me segura mais uma vez. _ Seu nome?_ Brian pergunta mais uma vez. Seu rosto era serio, mais seus olhos demostravam sua curiosidade. Por mais estranho que pareça, eu gosto disso. Pego sua mão e tiro do meu pulso. _ Eu acho, senhor Brian Martim, que vai ter que fica na curiosidade por mais um tempo. Até a próxima._ Falo, fecho a porta do carro e corro na direção da porta da casa dos colins. Olho para a rua e o carro dele permanecia ali, mordo meus lábios, tentando esconder um sorriso e entro para dentro da casa. Ao chegar na sala, vejo apenas o senhor colins sentado com uma taça de vinho na mão. Ele estava serio, observava sua taça. _ Senhor colins, sinto muito, fui ver meu pai no hospital, não vi a hora._ Explico. O mesmo olha para mim, faz um sinal para me aproximar e me sentar ao seu lado. _ Minha esposa tem que aprender que os filhos são dela e tem que fazer o papel de mão, não só contar com você._ Ele diz, passando a mão em meus cabelos. Sinto-me desconfortável com este ato. Tento me afastar um pouco. _ Eu sou a babá, é meu dever._ Falo nervosa. Senhor colins se aproxima de novo, dessa vez segurando firme minha cintura. _ Senhor colins, creio que isso não seja apropriado._ Falo. _ Relaxa, a senhora colins, não está em casa. Podemos nos divertir um pouco._ Ele diz beijando minha bochecha. _ Senhor, não._ Peço me afastando e me levantando do sofá. O mesmo coloca sua taça na mesinha de centro e se aproxima. _ Não seja teimosa, eu sou seu chefe, teve me obedecer._ O mesmo diz. _ Não me submeter a isso._ Falo. _ Mais você vai._ Ele diz. Corro para o outro lado para que ele não me toque. Isso não pode estar acontecendo.
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