Jade Alencar Eu ainda sinto a adrenalina em mim, correndo nas minhas veias. Entro em casa de mansinho, como se eu fosse uma ladra e não é nada fácil. O sol já começou a se espalhar pela cidade e eu só quero passar pela porta sem ser vista. Ao entrar, eu subo as escadas com passos leves, evitando qualquer barulho que possa acordar a minha mãe e também tento ser rápida. Tudo está em silêncio. Graças a Deus e até aqui está dando certo. Assim que entro no meu quarto, tranco a porta e deixo escapar um sorrisinho cansado, mas satisfeito. Me escoro na porta e suspiro alto, tentando digerir esse misto de sensação no meu corpo. Que noite! Eu ainda sinto o corpo dele me envolvendo, a boca quente devorando a minha e as mãos ávidas me segurando como se eu fosse a coisa mais desejada do mundo. E

