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1012 Words

ALANA CLIVE Acordar com o calor do corpo dele colado nas minhas costas é o tipo de sensação que eu queria congelar no tempo. Os beijos suaves no meu ombro, o toque quente da sua mão na minha cintura e o grunido leve e rouco que ele solta contra minha pele me tiram do sono de forma preguiçosa, mas deliciosa. Eu amo esses momentos e já estou além do que acostumada. — Bom dia... — Ele murmura, com a voz rouca, o nariz encostado no meu pescoço. — Bom dia... — Sussurro de volta, sorrindo mesmo de olhos fechados. Victor me aperta mais contra ele, e eu sinto seu peitö nu colado nas minhas costas, as pernas entrelaçadas nas minhas e aquele calor gostoso que se envolve debaixo das cobertas. É um convite para não sair da cama. E sinceramente? Eu não quero sair mesmo. Eu posso ficar aqui hor

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