ALANA SCHMITH Faz dias alguns dias que eu voltei para casa. O hospital ficou para trás, mas a sensação de fragilidade ainda vive em mim como uma segunda pele. Estou em repouso ainda e tendo todo o cuidado possível, seguindo cada instrução dos médicos. Não tive febre nenhuma vez, o local do ferimento está sequinho, cicatrizando bem, e todo dia uma enfermeira vem até aqui. Ela examina o machucado com cuidado, faz a limpeza correta, troca os curativos e me passa orientações que eu tento seguir à risca. Mas ainda é difícil. Preciso de ajuda até para tomar banho. Os movimentos mais simples doem como se cada parte do meu corpo fosse feita de vidro rachado. As marcas continuam aqui, algumas roxas, outras quase amarelas, como lembranças de um inferno que vivi acordada. Tenho cólicas constante

