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1200 Words

VICTOR SCHMITH Ainda estou com o maxilar travado. Vejo Alana sentada no sofá da minha sala, toda encolhida, vestindo o meu moletom, com os cabelos úmidos do banho recente e os olhos baixos, como se ainda estivesse tentando entender o que acabou de acontecer. Isso por causa de um malditö com ego ferido. Um malditö imbëcil que teve a audácia de achar que pode simplesmente ir à casa dela e a agarrar. Eu queria quebrar alguma coisa. Eu queria quebrar a cara desse desgraçadö. Queria saber quem é. Queria uma única câmera funcionando naquela entrada. Um único vídeo, uma única imagem que eu faria esse infeliz pagar. E pagaria caro. Pela raiva que eu sinto, no mínimo ele sairia com o nariz quebrado e três dentes faltando. — Foi a primeira vez que isso aconteceu? — Eu quero entender mais dos fa

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