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1603 Words

ALANA CLIVE Acordar hoje é como estar presa num pesadelo e parece que eu não sai ainda. A dor de cabeça é latejante. Os meus olhos ardem, o meu corpo está pesado, como se eu tivesse corrido uma maratona emocional e física. E de certa forma, eu corri. Ou melhor, fugi. De verdade, eu me sinto péssima. Nem dá vontade de sair da cama, mas não posso ficar aqui. Não sei quanto tempo dormi, mas não parece ter sido muito. O quarto está silencioso e abafado, a cortina ainda fechada. O silêncio é reconfortante, mas não o suficiente para acalmar o meu coração que bate estranho no peitö. Me mexo devagar. Sinto uma presença aqui ao lado e é Victor me observando. — Bom dia, minha pequena. — A sua voz é baixa, carregada de carinho e preocupação. — Dormiu alguma coisa? Como se sente? — Não… não de

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