Ayla . Que nervo esse homem, aparecendo como se fosse meu dono. Fechando a porta para Júlio, viro-me para enfrentar Tony. . — O que se passa nessa sua mente? Em que planeta você acha que está tudo bem em você vir à minha casa, agir como meu homem e marcar território sem me dar nenhum dos benefícios que viria vom isso? — As sobrancelhas de Tony batem na linha do cabelo. . — Calma ai. Primeiro de tudo, você é minha e eu sou seu. Já estabelecemos isso. Segundo, isso.— ele agarra meus quadris, puxando-o para trás. . — Está fora dos limites de qualquer outro homem, então sim. Eu posso reivindicar você publicamente, apesar de você me chamar de seu amigo.— Eu me liberto do abraço dele. . — Você está certo. Eu não deveria te chamar de amigo. Esse termo seria muito gentil pra você. .

