- Asshville – preciso espairecer, shopping, café, sei lá...algum lugar.
Kira não queria que a filha saiisse estava preocupada com a chamadaq do programa da tv, mas não queria dar muito na vista, se transparecesse a preocupação as duas logo desconfiariam, e se elas desconfiavam de alguma coisa nunca desistiam até descobrir. Estava em uma situação complicada.
- Mas você precisa realmente ir? Temos espaço suficiente para espairecer aqui. – insistiu.
Helena achou um pouco estranho essa estranha insistencia e subito interesse, então insistiu.
- Sim mãe, eu preciso. O meu espairecer, inclui essa cidade.
Embora tivesse passado tempo longe da cidade, ainda se sentia cansada dele. Bem, não era bem dela, era mais das pessoas dela e como olhar pra elas significava encarar os prórpios sentimentos, admitir que sentia algo, que sofria como uma pessoa normal.
- Pode parecer mau da minha parte, mas mãe, é necessário. A voz dela era calma e compassada. O que só significava uma coisa: ela não estava nem um pouco calama. A crise de ansiedade atingira um novo nível, ela agora podia se considerar uma ansiiosa maniaca medrosa cronica.
Kira desistiu de tentar, tinha que ser o que ti8nha de ser. Algum dia elas descobririam e a recriminariam assim como ela recriminou a filha por não lhe contar da gravidez e ela seria descoberta como a maior fraude e pessoa hipócrita que já existiu. Fraude! Ela afastou a palavra da mente com um gesto com a cabeça. Essa palavra era como um fantasma na família.
Enquanto helena saia uma das tias, violetta puxou kira para um lado com uma expressãoi que logo deu a entender que sabia do que se tratava.
- Você viu a chamada na tv? – kira indagou
Ela acenou afirmativamente com a cabeça:
-Sim, eu vi. Alguém irá vazar informações, você tem ideia de quem?
- Não – kira respondeu – eu não tenho a menor ideia. O que eu faço violetta? E se elas descobrirem? O que eu vou dizer? O que eu vou parecer? Eu menti pras elas durante todos esses anos.
Violetta respondeu:
-Bem tecnicamente você não mentiu, você só não falou a verdade.
Kira continuou, mas não era como se ela estivesse falando com a irmã mais, era como se falasse para si mesma:
- O que eu vou fazer? O que eu vou fazer?
-Voucê vai esperar pelo melhor, por que é isso que esperamos de todas as situações da nossa vida, nada além do melhor. Não se p´reocupe antes do tempo. Deixe pára quando precisar, a situação te dirá o que fazer e como realizar.
Kira continuava preocupada, mas a conversa com a irmã a acalmara. Quando saia da sala um grupo de crianças passou por ela correndo, eram alguns dos sobrinho e o neto henrique que quando a viu correu para abraçá-la. Kira não conseguiu evitar um sorisso. O melhor acidente que a filha já cometera estava diante dela. Um acidente meio inqueieto exceto quando na companhia de um video game. O acidente mais bonito que kira já vira. Invariavelmente ela acabou voltando para o estúdio, precisava fazer balgumas ligações, conhecia algumas pessoas na emissor4a de tv e em algus tabl´[oides, precisava sondar sondar a fonte do programa e descobrir um modo de defender a familia e as filhas do ataque iminente. E alguns outros compromisso profissionais que faziam parte da próxima coleção que montaria para a marca que dirigia, mesmo a distancia.
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Helena saiu da casa um pouco intrigada, por que a subita preocupação, a mãe nunca tivera esse nivel de preocupação com a vida delas, em nenhum aspecto. Sempre foi como se na babá fosse a mãe delas, bem, lianna foi quem as educou, vestiu e alimentou e levou a lugares e fez tudo o que foi preciso para elas durante toda a vida. O Sentimento logo se juntou a todos os outros que ela decidia reprimir, e insistia veementemente que esquecera. Se concentrou na estrada até a cidade vizinha, não fazia ideia de onde na cidade iria mas o notebook seguia no banco do carona, se conseguisse escrever estava disposição. O caminho havia melhorado da epoca que ela se lembrava, a pavimentação realmente ajudara. E placas, o sinal da globalização naquele lugar é que agora tinha placas. Helena riu sozinha, quem ninguem ouvisse o que ela estava pensando. Meia hora depois ela entrou na cidade vizinha procurando um local para visitar e talvez passar algum tempo.
Logo encontrou na rua prinncipal o “cebtro de compras” da cidade, um mini shooping com uma área ao ar livre e outra coberta com lojas de roupa, eletronicos, livros e alguns estabelecimentos culin´parios, um café, uma mini pizzaria e uma sorveteria. Helena decidiu que iria primeiro dar uma olhadaq nas lojas e talvez comprar alguma coisa, para depois se isntalar em algum lugar e tentar escrever.
O estacionamento foi na rua mesmo, e ao descer do carro helena notou que haviam algumas mudanças na rua, bem, ela parecia u7ma rua completamente diferente, não que ela lembrasse muito bem já que só tinha ido alguma svezes no local. Decidiu dar uma caminhada pela rua inteira, ao sair do carro olhou para o notebook no banco do carona e pensou: Provavelmente não teria problemas se deixasse ele ali, mas como uma boa moradora de cidade grande colocou o computador no banco traseiro do carro sob algumas coisas so filho que era muito menos chamativas e caras que o seu instrumento de trabalho.
Entretida com as trocas ela não percebeu que enquanto colocava o computador no banco traseiro do carro richard passou em seu carro pela rua principal, e logo reconheceu a mulher agachada pelo carro e pelo estilo. Ela era bonita mesmo.
Helena queria conhecer a redondeza, o foco principal era a rua principal mas, se algo chamasse sua atenção iria para as ruas secundárias também.
Terminando de chavear o carro e acionar o alarme, ela segiu pela rua.
Todo o sentido de ir para outra cidade era bem simples, evitar Frederico. Assumindo que ele ficaria em homeville, é claro. Mas ele não estava. As primeiras coisas que helena viu não chamaram muito a atenção. A maioria eram lojas de roupas, que se auto intitulavam “ boutiques “ , com anúncios e manequins com tendências que a muito já haviam passado. Era um pouco estranho. Depois das lojas, um mercado, farmácia os estabelecimentos começaram a ficar um pouco estranhos, não pareciam bem cuidados ou, lugares em que ela compraria.