Pietra Narrando O quarto tava silencioso, só o som da nossa respiração dizendo que a noite ainda tava longe de acabar. Bruno estava me olhando, com aquele olhar quente que sempre me desmonta. Devagar, ele me puxou pra deitar de novo, seu corpo cobrindo o meu, e as mãos firmes descendo pela minha cintura. — Fica quietinha, minha rainha... Hoje tu vai sentir o que é ser amada de verdade. — sussurrou com aquela voz grave, que vibrou direto no meu peito. As pernas abriram por reflexo, querendo ele, chamando ele. E ele veio. Primeiro o toque leve, o polegar fazendo círculos lentos que arrancaram de mim um gemido preso na garganta. A boca dele veio logo depois, quente, macia, beijando minha coxa com carinho e fome ao mesmo tempo. — Tu não tem ideia do quanto é linda... até aqui. — murmurou

