Paul dirigia o carro de forma nervosa. Permanecemos em silêncio por grande parte do trajeto e percebi que ele estava saindo da cidade. Eu não estava entendendo absolutamente nada do que ele estava fazendo, até que o carro passou pela rodovia em frente uma placa que dizia que o aeroporto estava próximo. - Paul, o que você tá fazendo? - Ele não olhava em minha cara, nem me respondia. Eu comecei a gritar no carro. - Você tá louco de me jogar em um avião grávida, sem ninguém, pra algum lugar que desconheço? Você só pode estar maluco! Você prometeu que cuidaria de mim! - Lágrimas se formaram em meus olhos, e eu senti meu peito apertar. Como ele podia estar fazendo isso comigo? Chegamos ao aeroporto e ele desceu do carro. Eu permaneci dentro do carro e nem tirei o cinto. Cruzei meus braços e v

