NARRAÇÃO DE ALEXANDER... Suspirei embriagado sentindo o cheiro puro de álcool saindo da minha boca. - Estou bêbado, não é uma boa hora, Irina. - Ao chamar minha mãe pelo nome, seu queixo tremeu no mesmo momento em que seus olhos encheram de lágrimas. Nunca a chamei assim, sempre foi mãe e rainha, dizia que ela era poderosa, dona da porrä toda e meu pai tinha sorte de tê-la. - Filho, por favor, sente e escute! - Bati a porta putö da vida. Odeio passar por essas situações bêbado, fico muito pavio curto para uma discussão. Sentei ao seu lado, sentindo saudades de seus abraços e ao mesmo tempo querendo ficar longe. - Eu relutei. Falei para Klaus que não achava correto, mas ele insistiu tanto, alegando que você não tinha responsabilidade para assumir uma Máfia. Alexander, você vivia apronta

