ANA LUIZA NARRANDO Eu fiz uma aposta de caça com Imperador. Pelo visto, nós dois estamos nos caçando: Ele me quer como mulher, e eu quero prendê-lo. Eu estava machucada, e queria sair de perto dele. Os capangas dele tentaram me agredir mas saíram piores que eu. Só que eles eram dois, e eu era uma só. Acabei com o rosto machucado. Ele abriu a porta para que eu fosse embora, mas ao mesmo tempo, parecia não querer me deixar partir. - Já se divertiu o suficiente comigo, Imperador? – Questionei, levemente irritada. – Posso ir embora? - Ainda não. – Ele disse. Por Deus, eu poderia ataca-lo e arrancar aquela máscara, ou ao menos tentar. Sei que ele me mataria se eu fizesse isso, e eu não estou disposta a morrer antes de prendê-lo. Ele estava parado na minha frente, levou a mão até meu rosto

