NARRAÇÃO: (PIVÔ) O toque na marca de nascença dela ainda queimava na ponta dos meus dedos quando ela se virou. Estela ficou ali, de frente pra mim, naquele espaço apertado entre a tela e o meu corpo. A luz do ateliê batia suave na pele dela, revelando cada detalhe que me fazia perder o juízo. Eu tava ali, sem camisa, com o peito subindo e descendo numa respiração que eu já não controlava mais, e ela... ela tava só de sutiã, com aquela pureza que me deixava tonto e os hematomas que eu causei gritando na minha cara. Eu tava possuído. Senti o meu corpo reagir com uma força que eu não conseguia esconder. O meu p*u tava duro, marcando a calça, uma resposta bruta da minha natureza de bicho diante daquele anjo. Mas não era só desejo. Era uma fome de alma, uma vontade de ser alguém melhor por c

