O BANQUETE DE CÍNICOS E O DESPREZO DO CARRASCO NARRAÇÃO: DANTE A vontade que eu tinha era de virar a mesa, quebrar os dentes dela e arrastar aquela p*****a pelos cabelos até o pé do morro. Mas eu respirei fundo, mantendo a cara de gelo, a postura de quem não sente mais nada. A Luna podia estar vestida como uma princesa de condomínio de luxo, com joias que brilhavam mais que o sol do meio-dia e um sorriso de capa de revista, mas pra mim, ela continuava sendo a mesma p*****a de sempre, a mulher que trocava lealdade por conveniência e sangue por status sem piscar aquele olho de cobra. — Tava com saudades, meu marrento... demorou pra vir me ver — ela soltou, com aquela voz mansa e calculada, tentando colocar a mão por cima da minha na mesa, buscando o contato que sempre me desarmava. Eu pu

