NARRAÇÃO: O DONO DA p***a TODA (PIVÔ) Saí do quarto da Luna e o som do grito dela atravessou a porta grossa, mas eu já não sentia mais nada além de um vazio gelado e uma vontade de passar o rodo em quem me tirou de o****o. Desci as escadas, eu mesmo peguei a chave do meu blindado e rumei pra boca principal. O morro tava no giro, mas o clima tava estranho, silêncio de quem sabe que o patrão tá com o demônio no corpo. Sentei na minha mesa, ajeitei o fuzil e o radinho chiou. Eram os meus soldados, os tigres que eu botei na cola do Dante. O moleque que tava na escuta passou a visão sem gaguejar. — Aê, patrão... na escuta? O relatório do Judas tá na mão. — Desenrola, sem curva — respondi, sentindo o gosto amargo do uísque na boca. — A visão é o seguinte, Marlon: o Dante rodou a pista toda

