NARRAÇÃO: O DONO DA p***a TODA (PIVÔ) Eu sinto o corpo da Luna colado no meu, aquele choro forçado batendo no meu peito, mas meu coração tá gelado igual cano de fuzil no sereno. Eu abraço ela, passo a mão no cabelo, faço o papel do marido transtornado, mas minha mente tá trabalhando em 4K. Cada soluço que ela dá soa como uma nota desafinada no meu ouvido. Luna acha que eu ainda sou o****o. Acha que eu sou o mesmo moleque que ela dobrava com meia dúzia de palavra mansa e um rebolado. Mas a Avenida Brasil me deu um batismo de realidade que ela não calculou. Eu vi a cena. Eu vi o jeito que o Beto tava parado. O moleque é um vacilão, é lerdo, mas não é suicida. Ele não ia ter peito pra encostar na mulher do chefe dentro da boca com o meu carro dobrando a esquina. E aquela blusa rasgada? O r

