capitulo 39

1322 Words

NARRAÇÃO: O DONO DA p***a TODA (PIVÔ) O bonde encostou no pátio da mansão fazendo barulho de pneu no cascalho. Meus moleque de confiança desceram com o Tiziu na maior cautela, carregando o mano como se fosse uma joia rara. O moleque tava pálido, com a marca da guerra estampada no rosto, mas o olho tava vivo, atento em tudo. — Devagar, c*****o! — dei o grito da varanda. — Se o ponto do moleque estourar por causa de vacilo de vocês, o bagulho vai azedar pro lado de geral. Sobe com ele direto pra suíte que eu mandei o papo. Acompanhei a subida dos cria. A casa tava num silêncio de cemitério. Desde que o estalo da minha mão pegou no rosto da Luna, o clima ficou viciado, pesado que nem chumbo. Ela sumiu do meu radar. Não vi rastro de seda, não senti o cheiro do perfume dela, nada. Depois do

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