NARRAÇÃO: A DONA DO JOGO (LUNA) Tranquei a porta da cabine do banheiro e soltei o ar que nem sabia que estava segurando. Meus dedos ainda tremiam levemente, mas era de pura adrenalina. O Henrique era um o****o fácil de manipular, mas a informação sobre a virgindade da Estela era um abismo que eu não tinha previsto. — c*****o, Estela... — sussurrei para o espelho, antes de pegar o celular secreto. — Tu era mesmo uma santinha de altar. Disquei o número do Dante. Precisava saber como estava o clima no morro. Para mim, o plano era simples: o Marlon achava que a Estela era eu, e o Dante, como meu fiel amante e cúmplice, deveria estar cobrando o preço dessa "traição" junto com ele, ou pelo menos fingindo que estava tudo sob controle. O Dante era meu porto seguro naquela sujeira toda, o cara q

