Algumas lágrimas começaram a rolar pelo rosto dela, e eu nao pude deixar de reparar bem nas marcas que o corpo dela carregavam. Tinha algumas cicatrizes do que parecia ser fogo, mas eu podia julgar que era de prancha, ferro de passar ou algo assim. O corpo estava repleto daquelas cicatrizes dava pra visualizar bem mesmo na distância considerável que nós estávamos. Sem pensar muito eu peguei o vestido dela em cima da cama e a vesti, sem pressa, com toda a calma enquanto ainda processava o que havia acontecido. Eu não queria sentir aquilo, não queria sentir pena, não queria ter compaixão por ela, ela merecia, era justo pelo que ela fez. Margot se agarrou a mim quando terminei de vestir ela, eu parei minha mão no ar, mas quando as lágrimas dela molharam meu peito que estava nu eu não me

