CAPÍTULO 07 (ERIKA)

998 Words
CÉSAR Vários b.o pra resolver na boca, morreram muitos parça e to estressadao. A Érika no hospital até que alivia um pouco minha angústia, ela fica la sem saber de nada do que tá acontecendo aqui fora, protegida dos problemas e graças a deus agora fora de risco. Faço as contabilidades no escritório e tá tudo OK. Faz quase um mês que houve a invasão, tá tudo certo mas o problema é os caras que perdemos em grande quantidade, as famílias tão de luto ainda. Ouço uma batida na porta. César: Entra aí - a p**a da Sabrina que entra se rindo toda. Sabrina: Oi amorzinho César: Tá fazendo o que aqui vagabunda? Sabrina: Calma aí, aproveitei que a machona não tá e vim te ver César: Vaza c****a! Ela vem se esfregando no meu p*u que fica duro na hora, ela meteu um penteado no pouco de cabelo que a Érika deixou, tá engraçado mas o corpo que essa p**a tem é de levanta a piroca na hora. Faze o que né não mando no meu pau Puxo meu p*u pra fora da bermuda e mando ela engolir. Ela lambe, xupa, engole até eu gozar na boca dela. Viro ela de quatro na mesa e enfio com força, estoco profundo e ela pede pra ir devagar, devagar é o c****e c****a, estoco mais forte ainda e tiro da b****a enfiando no cu tudo de uma vez só. Ela grita e tenta sair mas seguro forte com as duas mãos na cintura dela que pede pro favor. Não queria p*u então agora vai ter p*u. Arrombo o cu dela que chora feito criança, g**o e saio de dentro dela. Alem de p***a tem sangue no meu p*u também. Dou um tapão na cara dela por isso e mando vaza, ela veste rápido a roupa e sai chorando caminhando toda estranha. Os vapores foram levar flores pra Erika, que boiolice, mas tá bom pode ser que sensibilize aquele coração duro. Vou no banheiro do quartinho que fica no fundo da boca, tomo um banho bem de boa depois fumo um brew. Ouço batidas na porta mais uma vez BR: E aí meu bruxo César: Tudo sussa BR? BR: Certinho, vim só avisa que a patroa acordou já, chegamos agora do posto. César: Ainda bem cara, tava preocupado já desde ontem essa mina dormindo. BR: Pois é, os remédios né patrão César: Tô ligado, tô ligado, pior que droga Rimos e conversamos mais algumas coisas. A favela que invadiu aqui foi o Jacareí, de onde o BR veio. Esses p*u no cu vão leva o deles, espera nois junta mais homens. A tarde vou no hospital visita a Érika, ela tá bem melhor e o doutor diz que vai ter alta no dia seguinte. Sepá aproveito esse momento pra ganha minha gata de volta. Ela só nao pode sabe que comi a Sabrina no escritório dela senão tô fudido. Durmo no hospital com a Erika como ja vinha fazendo quase todas as noites, quando não era eu era a Paloma, outra p**a amiga dela. Bom pelo menos essa m*l me olha, sei lá se é medo de mim ou da Erika. Dia seguinte cedinho vem a alta e vamo pra casa. Chegamos lá e tá tudo nos conformes a dona Célia cuidou da casa direitinho. Levo ela pro quarto e ela pede pra tomar banho da uns passos e antes de entra na porta se agarra na parede com a mão na costela e mó cara de dor. César: Ei tudo sussa gata? Erika: Aham César: Aham nada c*****o, ta com dor né? Erika: Só um pouquinho - fala gemendo Cesar: Quem sabe tu deita primeiro e toma um remédio, depois toma banho. Erika: Não, eu não aguento mais esse cheiro de hospital César: Então eu te ajudo - pego ela no colo e entro no banheiro Erika: César melhor não Ja vou tirando a roupa dela sem responder. Deixo ela só de calcinha, c****e é impossível não ergue a rola, quês peitao véio. A Sabrina pode até ser mó gostosa mas a Érika dá de 10 a 0 nela. Ela cobre os p****s com as mãos e entra no box lingando o chuveiro, examino a b***a dela e meu p*u tá estourando. Erika: Pode ir! César: Eu espero Erika: VAI p***a! - ela grita De boa, então vou pro quarto e arrumo as coisas que vieram do hospital. Ouço o chuveiro desligar e ela grita pra mim levar uma roupa porque ela esqueceu. Separo uma calcinha e um pijaminha soltinho que vai deixa ela mó gostosa Entrego e logo depois ela sai vestida mas com praticamente tudo de fora de tão curto que ficou o pijama Ela deita na cama e manda eu camba, digo que vou dormir no quarto do lado e que nao vou pra casa, depois de insistir eu venço. Puxo assuntos aleatórios e vou deitando do lado dela César: Que saudade dessa cama, aquela lá tá me matando Erika: Compra outra! - difícil conversa com ela hein Vamos conversando e enfim chego onde quero, beijo ela que corresponde, devagar vou subindo em cima dela cuidando pra não esmaga-la, ela geme um pouquinho por causa do ferimento. Diminuo o peso e continuo, beijo seu pescoço descendo até a barriga. Aos poucos tô na b*******a dela, enfio o dedo enquanto chupo e é mó apertadinha não vejo a hora de bota meu p*u aqui. Ela geme alto puxando meu cabelo e depois de deixar ela bem louca me posiciono entre as pernas dela, penetro devagar a Érika é muito apertada velho. Sinto um ódio em imaginar que outro possa ter comido ela e perdido a esses pensamentos percebo que ela tá fazendo caretas, tô indo forte demais e não quero estragar tudo então diminuo. Gozamos juntos e levo ela pro banho novamente. Dessa vez eu mesmo lavo as partes íntim as dela, em seguida dormimos agarrados. A um ano eu não sabia o que era isso p***a.
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