- Ele não está em casa - Júlia resmunga. Já é a décima batida na porta do hotel em que ele está hospedado. - Ele precisa estar. Nossa relação depende disso - digo, batendo ainda mais forte. - Melanie, voltamos outra hora - ela pega no meu braço. Já está escurecendo, sei que é perigoso para nós duas. - Erick, você está aí? Por favor, eu preciso da sua ajuda - suplico. - O que você quer? - finalmente ele me responde, é uma luz no fim do túnel. - ABRE A PORTA - peço "gentilmente". Em dois minutos, ele abre, e eu entro feito um furacão. O lugar parece um chiqueiro, completamente bagunçado. - Que fim de mundo é esse, hein meu filho - Júlia diz. - Vocês vieram aqui para reparar isso? Creio que não. Desembucha logo. - Primeiro vá colocar uma bermuda - peço. - Ah, está com medo de

