Draco Corremos atrás da criatura, ela estava pulando em cima de tudo que brilhava, o que estava me dando mais medo era a Alhena que estava quase conjurando uma maldição em mim. — Cadê ele? — gritou me encarando. — Eu tive uma ideia, pega a sua varinha. — O que vai fazer? — Confia em mim e prepara a varinha. — Fui até a cozinha e abri algumas gavetas, isso tinha que dar certo. Peguei uma colher e caminhei até a sala. Olhei em volta e o bicho estava correndo na minha direção — Agora. — Petrificus totalus! — O animal paralisou imediatamente com a colher nas mãos. — Conseguimos. — Comemorei. — É agora que eu te mato. — Alhena me encarou brava, eu a vejo tão frágil que até me esqueço de como ela pode ser bruta. — Calma amor, nós já pegamos ele e eu arrumo a bagunça. — Mas é claro q

