Capítulo 16

1417 Words
Domingo passado foi incrível, mas m*l consigo me encontrar com a Alhena, seu aniversário será em poucos dias, mas tudo está um caos, a última notícia que tivemos de Potter é que ele invadiu o Banco de Gringotes, mas ninguém sabe o que foram fazer lá, apenas saíram com um dragão e desapareceram novamente, minha mãe estava cada dia mais preocupada. — Draco! — Ouço uma voz gritar e vejo Blásio correndo em minha direção. — O que foi Zabini? — O que vai fazer amanhã à noite? — Até onde eu sei, nada. — Vamos treinar algumas manobras? — Se o Snape nos pegar fora da escola, ele vai nos comer vivos. — Ah para! Cadê o Malfoy que eu conheço? — O encarei e ele tinha razão, antes eu não me importava tanto e agora eu tomo cuidado com tudo. — Tá bom! Então eu te encontro mais tarde. — Continuei meu caminho indo para a aula de adivinhação, eu detestava, mas servia para matar o tempo. — Sentem-se! — ordenou a professora Trelawney, enquanto servia chá para todos, isso é uma completa bobagem. — Na aula de hoje, vamos tentar descobrir o futuro de quem está à sua frente. — Eu estava sentado na frente de Neville Longbottom, isso seria interessante — Bebam o chá e esvaziem suas mentes. — Palhaçada — reclamei. Neville fechava seus olhos e se concentrava, já eu estava tentando não pensar em nada, mas era difícil. — Abram os olhos, passem a mão sob a bola de cristal e transmitam sua energia para ela. — Todos obedeceram, eu estava me segurando para não rir, alguém realmente acredita nisso? — Passem sua visão para quem está à sua frente e digam o que veem. — Longbottom me passou sua bola de cristal e fiz o mesmo. — Eu vejo flores, anéis e... Londres? — Longbottom me encarou confuso. — O que? Quem está vendo é você. Minha vez. — Não consegui ver quase nada, havia um casal com Neville e uma senhora mais velha, e uma garota loira o abraçando — Um casal, uma senhora mais velha, sua avó? E uma garota loira, isso te diz algo? — O garoto ficou mais vermelho que suas vestes e dei risada. — N-não. — Ah meninos, ainda estão por aqui? Deviam estar estudando herbologia ao invés de perderem tempo com algo que não gostam. — Que ignorante — Deixe-me ver. — Puxou a bola de cristal que estava com Neville — Ah Malfoy, eu sinto muito. — O que? — Você deverá tomar decisões difíceis e deixar partir quando for necessário, ainda será muito feliz e nenhum m*l te tocará novamente. — A encarei e não entendi nada, Neville disse coisas boas e ela vem com tudo isso? — Eu preciso ir. — Levantei-me e saí da sala, precisava respirar para entender o que estava acontecendo. (...) Alhena Hoje o dia foi terrivelmente entediante, e ao mesmo tempo assustador, continuam fazendo barbaridades com os alunos do primeiro ano e isso é terrível. — Como tudo isso aconteceu e você não me contou nada? — Gina estava brigando, pois eu não havia contado os últimos acontecimentos. — Eu estou com medo de tudo isso, o que Voldemort pode fazer para me manipular? Ele pode matar todos que conheço e não faço ideia de como controlar isso. — Draco não estava te ajudando? — Ele está, mas não fazemos ideia de como. — Eu posso ajudar vocês, quando vão lá embaixo de novo? — Hoje à noite, você pode ir. — Você só tem que convencer a fera. — Apontou com a cabeça para trás, olhei e Draco estava vindo em nossa direção. — Oi amor. — Sentou-se ao meu lado. — Oi, você está bem? — Balançou a cabeça negativamente e encarou Gina. — O que foi Malfoy? — perguntou Gina, ela parecia pronta para uma briga. — O que está fazendo aqui? — Conversando com minha amiga, ela não é sua propriedade. — Dei risada da careta que ele fez para ela. — Parem vocês dois. — Gina revirou os olhos — A Gina vai com nós dois hoje à noite, tá? — Por que? — Ela vai nos ajudar. — O abracei e ele revirou os olhos. — Tá bom, mas quero recompensa por isso. — Beijou meu rosto. — Que nojo — reclamou Gina, e Draco gargalhou. — Vejo vocês mais tarde no banheiro. — Levantou-se e saiu carregando alguns livros. — Ela é sempre chata assim? — Só com você, Draco. Mas o que aconteceu? — A doida da Trelawney, ela me disse umas coisas estranhas, que preciso deixar ir embora quando for preciso e eu serei muito feliz. — E o que isso tem de r**m? — Tenho medo de precisar deixar você ir embora. — O encarei e sorri. — Não importa o que aconteça, eu sempre vou estar aqui. Porque eu te amo, muito mesmo. Não fique com medo. — O abracei. — Eu vou fazer de tudo para ficarmos juntos, nem que para isso eu precise morar com os trouxas ou sei lá, me desertar. — Dei risada o encarado. — Não precisa desertar, muito menos morar com os trouxas. (...) — Que demora, vocês dois — reclamou Gina. — Cadê a Murta quando se precisa?— Draco revirou os olhos. — Vai logo, Malfoy! — Parem de brigar — pedi enquanto Draco sussurrava algumas palavras perto da pia. Em poucos minutos estávamos todos dentro da câmara, Gina olhava tudo o que estava à sua volta — Está tudo bem? — Sim, só não me lembrava como era estar aqui. — Chega de papo, meninas! — Draco tirou seu casaco e dobrou as mangas da sua camisa deixando um pouco da marca n***a aparecer. — Isso é? — Gina parecia assustada. — É. — Draco confirmou me olhando, parecia incomodado com a situação. — Desculpa, eu sinto muito. — Acredite Weasley, o único culpado sou eu. — Vamos. — Me afastei dos dois ficando em sua mira e os dois me atacaram, consegui me defender, mas Gina atacou rapidamente. Treinamos por um tempo, estava conseguindo controlar o alvo. — Estou cansado. — Draco sentou-se —Tem tido notícias do Potter? — Draco encarou a ruiva. — Acha que vou te falar algo? Sério? — Pelo visto, não. — Não sei nada deles, não faço ideia de onde possam estar. — Malfoy assentiu e ficou encarando o basilisco em nossa frente — Lhena eu preciso ir, ainda tenho monitoria hoje. — Tudo bem, obrigado por nos ajudar. — A abracei. — Não demorem, não é porque ajudei que eu não tiraria pontos da sonserina. — Dei risada e ela saiu da câmara. — Descansou? — Me sentei na frente de Draco. — Sim, como você está? — Estou bem, obrigado por me ajudar. — Não tem que agradecer. — Me puxou para perto — Está afim de dar uma volta lá fora? — Claro, vai ser bom um pouco de ar fresco. — Saímos da câmara e conseguimos sair do castelo sem ninguém nos pegar. — Eu amo a noite. — Draco segurava minha mão me ajudando a descer as escadarias — Blásio me convidou para treinarmos manobras amanhã, quer vir? — É um programa de vocês dois, seria estranho eu ir. — Nos deitamos no gramado do castelo e ficamos encarando o céu. — Eu ia gostar se estivesse aqui. — Sorriu — Bobagem, não? — O que? — Todos em uma guerra e eu preocupado, te pedindo para me ver em uma vassoura. — O encarei. — Não é bobagem você querer ser normal. — Beijei sua bochecha e o abracei — Eu daria tudo para ficar assim, normal. — Você pensa em ter filhos? — Me apertou. — Eu não me imagino tendo filhos e você? — Só um ou dois. — Quais nomes? — Sorri. — Scorpios e Azaleia. — Nunca pensei que Draco sequer pensava em ter filhos, isso era uma surpresa. — Scorpios, é? — Não ouse fazer piada. — Dei risada e o beijei. — Tá bom, papai. — Ele sorriu e encarou o céu, uma coruja estava se aproximando e largou uma carta em cima de Draco, ele abriu e leu. “Draco, volte para casa assim que ler essa carta, Nina tirou suas coisas do castelo e já está tudo por aqui, Hogwarts não é mais seguro. Traga Alhena também, precisamos que fiquem seguros. — Narcisa Malfoy."
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