O seu rosto fica rosado, o seu olhar se torna mais significativo. Um minuto depois ela já está sentada na cama, segurando a garganta com as mãos. — Desculpe. Ela ainda está ofegante. — Geralmente não cedo a ataques. E então fiquei preocupado. — Tem certeza de que não precisa ir ao hospital? Pergunto à garota. Ela balança a cabeça, embora inibida, mas com convicção. — Tenho. Não se preocupe. — Vou levar a pasta comigo. Pego a pasta do chão e mostro para Violetta. Aceno para os guardas. — Vamos embora, pessoal. Descemos as escadas, eu vou segurando a pasta debaixo do braço. É como se não houvesse nada de errado, mas, a minha intuição ainda não consegue se acalmar. Coça como um mosquito irritante. — Você vai para sua casa, Damião? Pergunta Sergei. Ele desvia o olhar e eu olho em volta

